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	<title>Arquivo de AGENDA - Fundação Cultural Badesc</title>
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	<title>Arquivo de AGENDA - Fundação Cultural Badesc</title>
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		<title>“Cartografias das Reexistências” é a primeira individual de Renata Felinto em SC</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 16:46:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra inédita, que reúne obras produzidas entre 2000 e 2021 e tensiona narrativas coloniais existências e experiências de pessoas negras, abre dia 30 de abril na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; entrada é gratuita A primeira exposição individual da artista Renata Felinto em Santa Catarina, “Cartografias das Reexistências”, vai reunir pinturas, fotografias, fotomontagens, vídeos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35711 " src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site.png" alt="" width="804" height="437" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site.png 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site-300x163.png 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site-1024x557.png 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site-768x417.png 768w" sizes="(max-width: 804px) 100vw, 804px" /></i></p>
<p><i>Mostra inédita, que reúne obras produzidas entre 2000 e 2021 e tensiona narrativas coloniais existências e experiências de pessoas negras, abre dia 30 de abril na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; entrada é gratuita</i></p>
<p>A primeira exposição individual da artista Renata Felinto em Santa Catarina, “Cartografias das Reexistências”, vai reunir pinturas, fotografias, fotomontagens, vídeos e ações performáticas. A mostra, que propõe um percurso articulado por diferentes séries, materialidades e temporalidades, evidenciando continuidades, deslocamentos e permanências que estruturam a pesquisa da artista, abre na quinta-feira, 30 de abril, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.</p>
<p>Com curadoria de Juliana Crispe, a individual apresentará ao público um amplo conjunto de obras que atravessam mais de duas décadas da produção da artista. A mostra se apresenta como uma proposição inédita ao reorganizar trabalhos produzidos entre 2000 e 2021, revelando a complexidade das investigações visuais e conceituais que marcam a trajetória da artista, natural de São Paulo.</p>
<p>Entre os conjuntos que integram a mostra está a série “Re-Existindo”, que reúne obras como “Filhos de Cam”, “Made in Brazil”, “A/C do Pai”, “Em nome de quem” e “Matriarcas”, criadas a partir do álbum fotográfico familiar da artista e que abordam a dimensão de existir novamente, fundamental para compreender os desafios do povo negro na afro-diáspora e seus processos de recriação cultural e humana.</p>
<p>A exposição apresentará também a série “Afro Retratos”, com trabalhos como “Fase Africana – Angolana”, “Muíla” e “Fase Asiática – Chinesa”, nas quais Renata Felinto explora as múltiplas identidades que a constituem, recusando leituras congeladas de africanidade.</p>
<p>Já no projeto “Também Quero Ser Sexy”, que reúne pinturas como “Renata Monroe”, “Renata Basinger” e “Renata Bardot”, além da fotografia e vídeo “White face and blonde hair”, a artista questiona a branquitude enquanto padrão e a naturalização do racismo recreativo. A mostra inclui ainda obras como “Fada Gestante”, “Ori Inu”, “Dias de Luta, Dias de Amar” e a série “Gritem-me Negra!”, com homenagens a Makota Valdina, Raquel Trindade e Tula Pilar.</p>
<p>Renata explica que ao tratar dos regimes coloniais de visibilidade que historicamente produziram estereótipos, silenciamentos e violências sobre o povo negro, especialmente sobre as mulheres negras, “Cartografias das Reexistências” afirma outras possibilidades de existência, espiritualidade, desejo e autoinscrição. As mulheres negras aparecem não como categoria homogênea, mas como corpo coletivo atravessado por múltiplas experiências, memórias e temporalidades.</p>
<p>“Ao reconstruir narrativas e enfrentar silêncios históricos, a exposição propõe a construção de imaginários comprometidos com justiça social e valorização das experiências negras, especialmente as de mulheres/ mulheridades. A mostra se afirma como um dispositivo de educação antirracista, ao produzir deslocamentos nos modos de aprender, ensinar e imaginar as experiências negras”, compartilha a artista.</p>
<p>“Cartografias das Reexistências”, que marca a primeira individual de Renata Felinto na Fundação Cultural Badesc, bem como em Santa Catarina, poderá ser visitada até 18 de junho. A visitação pode ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h e aos sábados, das 10h às 16h, na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. A entrada é gratuita. Como parte das atividades da exposição, na quarta-feira, 6 de maio, às 19h30, será realizada uma Roda de Conversa com a participação da artista e da curadora.</p>
<p>“Espero que o público seja convocado a um exercício de desaprendizagem do racismo estrutural e epistemológico, permitindo-se atravessar pelas obras e pelas questões que elas colocam”, completa Renata.</p>
<p><b>Sobre a artista:</b></p>
<p>Renata Felinto é artista visual, pesquisadora e professora afro-diaspórica. Doutora e mestra em Artes Visuais pela UNESP, bacharel em Artes Plásticas pela mesma instituição, com especialização em Curadoria e Educação em Museus de Arte pelo MAC/USP e formação pedagógica equivalente à licenciatura pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Realizou estágio pós-doutoral no Center for Africana Studies da University of Pennsylvania – UPenn (2023). É professora da URCA, onde atua na Licenciatura em Artes Visuais e lidera o grupo de pesquisa NZINGA (CNPq). Foi cocuradora artística e do educativo da 15ª Bienal Naïfs do Brasil (SESC), recebendo o Prêmio Miguel Arcanjo de Cultura (2021). Atuou também como curadora adjunta do Instituto Oficina de Cerâmica Francisco Brennand. Como artista, participou de exposições como Histórias Afro-Atlânticas (MASP/Instituto Tomie Ohtake), 12ª Bienal do Mercosul, Enciclopédia Negra (Pinacoteca/MAR), Empowerment (Kunstmuseum Wolfsburg) e Dos Brasis (SESC). Recebeu o Prêmio PIPA, o Prêmio Select de Arte e Educação e o 25º Salão Anapolino de Arte (2020).</p>
<p><b>Sobre a curadora:</b></p>
<p>Juliana Crispe é curadora independente, pesquisadora, arte-educadora.&nbsp;Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina. Membra da ABCA &#8211; Associação Brasileira de Críticos de Arte.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abertura: 30 de abril – quinta-feira, às 19h.<br />
Visitação: até 18 de junho, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h e aos sábados, das 10h às 16h.</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
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		<title>Cinco mil desenhos abrem o calendário expositivo da Fundação Cultural Badesc</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:46:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Desenhos de um Real – 20 anos”, do artista Diego de los Campos, selecionada no Edital 2026, abre no dia 5 de março; entrada é gratuita O calendário expositivo de 2026 da Fundação Cultural Badesc, que completa 20 anos neste ano, abre com a exposição “Desenhos de um Real – 20 anos”, do artista Diego [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="wp-image-35545 aligncenter" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1-300x163.jpeg" alt="" width="786" height="427" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1-768x417.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1.jpeg 1150w" sizes="(max-width: 786px) 100vw, 786px" /></p>
<p>&#8220;Desenhos de um Real – 20 anos”, do artista Diego de los Campos, selecionada no Edital 2026, abre no dia 5 de março; entrada é gratuita</p>
<p>O calendário expositivo de 2026 da Fundação Cultural Badesc, que completa 20 anos neste ano, abre com a exposição “Desenhos de um Real – 20 anos”, do artista Diego de los Campos. Selecionada pelo Edital de Exposições 2026, a mostra celebra duas décadas do projeto desenvolvido pelo artista uruguaio. A abertura será no dia 5 de março, a partir das 19h, no Espaço Fernando Beck.</p>
<p>A exposição vai reunir cinco mil desenhos, além de vídeos que apresentam o processo de criação do projeto iniciado em 2006. Diego conta que “Desenhos de um Real” nasceu do desafio de produzir obras que pudessem ser vendidas por R$ 1,00, seguindo a lógica da produção seriada e refletindo sobre o valor do trabalho artístico.</p>
<p>Para que cada desenho pudesse ser comercializado por esse valor, Diego estabeleceu um cálculo simples: considerando R$ 20,00 por hora de trabalho, cada peça deveria ser criada em menos de três minutos. O resultado é um vasto conjunto de desenhos no formato 21 x 15 cm, realizados em diferentes técnicas, datas e abordagens, todos numerados e assinados.</p>
<p>A mostra tem como objetivo provocar reflexões sobre o valor material e simbólico da arte em um contexto social marcado por crises e disputas de sentido. “Espero que o público consiga, por um momento, sair da crise do simbólico em que vivemos e que a exposição desperte pensamento crítico e desejo utópico”, completa.</p>
<p>Segundo o artista, o projeto busca aproximar o público da arte de maneira descomplicada e cotidiana.</p>
<p>&#8220;Quero que o ato de comprar arte não seja muito diferente de comprar cebolas ou Doritos no supermercado. Depois de todo, arte também é alimento, que nutre tanto a alma quanto o intelecto. Quero que o público tenha essa experiência e que a partir dela reflita sobre o valor material das coisas, mas também sobre o valor sentimental das experiências que tem a ver com sua relação com as artes no contexto social em que vivemos&#8221;, afirma Diego.</p>
<p>Diego de los Campos já participou de exposições individuais e coletivas e edições da Entremostras na Fundação, mas esta é a primeira vez que ocupa o Espaço Fernando Beck com os “Desenhos de um Real” no Casarão. “Quero montar uma exposição que reflita todos esses anos e que mostre o amor que sinto por este trabalho, ao mesmo tempo em que manifesto o desapego numa espécie de ‘sentimento oceânico’”, completa o artista.</p>
<p>A exposição poderá ser visitada até 23 de abril na Fundação Cultural Badesc que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. A visitação gratuita poderá ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h.</p>
<p>Sobre o artista<br />
Diego de los Campos, natural de Montevidéu/Uruguai e residente em Florianópolis, é formado pela Faculdade de Artes da Universidade da República, Uruguai (1997). Desde 1999 no Brasil, foi selecionado em salões de arte contemporânea como o de Piracicaba, Ribeirão Preto, Arte Pará e o Salão de Natal, entre outros. Em 2011 expõe individualmente no Museu Victor Meirelles “Simpatia”, exposição que virou itinerante pelo Sesc de Santa Catarina. Em 2016 expõe no Museu de Arte de Blumenau, na Sala Municipal Vichietti e no Instituto Internacional Juarez Machado, a série “Antirretratos”, e no Masc, “Desenhos de um Real”, 4 mil desenhos feitos em menos de 3 minutos cada, para serem vendidos por um Real. Indicado ao Prêmio Pipa de 2019 e selecionado no Rumos Itaú Cultural 2020-2021. De 2010 a 2020 formou parte do Coletivo Artístico Nacasa onde teve seu ateliê, deu cursos e organizou exposições como o alternativo XI Salão Nacional Victor Meirelles. Desde 2020 integra o Grupo Cena 11 Cia de Dança na operação e criações em vídeo e som e na criação e programação de objetos, instrumentos, e mecanismos para cena.</p>
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		<title>Confira os Selecionados na Chamada Pública Fundação Badesc Musical 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 20:40:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foram selecionadas três apresentações para compor a edição Fundação Badesc Musical 2025, confira os selecionados abaixo: Alegre Corrêa e Josias Pimentel Anis de Flor&#160; Nalu Parabéns a todos selecionados e nosso enorme agradecimento a todos que se inscreveram. As apresentações serão no dia 18 de outubro, com início às 17h30. Acompanhe as nossas redes sociais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-35040" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-08-as-17.26.31_b8906837.jpg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-08-as-17.26.31_b8906837.jpg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-08-as-17.26.31_b8906837-300x163.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-08-as-17.26.31_b8906837-1024x557.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-08-as-17.26.31_b8906837-768x417.jpg 768w" sizes="(max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></p>
<p>Foram selecionadas três apresentações para compor a edição Fundação Badesc Musical 2025, confira os selecionados abaixo:</p>
<ul>
<li>Alegre Corrêa e Josias Pimentel</li>
<li>Anis de Flor&nbsp;</li>
<li>Nalu</li>
</ul>
<p>Parabéns a todos selecionados e nosso enorme agradecimento a todos que se inscreveram.</p>
<p>As apresentações serão no dia 18 de outubro, com início às 17h30. Acompanhe as nossas redes sociais e o site da Fundação para informações completas sobre a programação!</p>
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		<title>Ansiedade é tema da exposição do artista Fabiano Milan em Florianópolis</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 08:50:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra com desenhos e esculturas abre na quinta, dia 31 de julho na Fundação Cultural BADESC; entrada é gratuita Natural de Modelo, região Oeste de Santa Catarina, o artista Fabiano Milan apresenta a primeira exposição individual da carreira, em Florianópolis. Selecionado na Chamada Pública Paulo Gaiad – Primeira Individual, o catarinense abre no dia 31 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-34919" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-24-at-17.03.43-1.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-24-at-17.03.43-1.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-24-at-17.03.43-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-24-at-17.03.43-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-24-at-17.03.43-1-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" />Mostra com desenhos e esculturas abre na quinta, dia 31 de julho na Fundação Cultural BADESC; entrada é gratuita</p>
<p>Natural de Modelo, região Oeste de Santa Catarina, o artista Fabiano Milan apresenta a primeira exposição individual da carreira, em Florianópolis. Selecionado na Chamada Pública Paulo Gaiad – Primeira Individual, o catarinense abre no dia 31 de julho a mostra “Mentalidade Corpórea” na Fundação Cultural BADESC. O evento, com entrada gratuita começa a partir das 19h.</p>
<p>Com curadoria de próprio artista, a exposição conta com 17 obras, entre desenhos em papel, lona e esculturas. “O desenho se configura como prática inicial de todo o meu processo artístico, sempre começo registrando no papel. Algumas obras permanecem no papel nessa exposição, e outras partem para outros suportes e linguagens, como a lona e escultura”, destaca o artista.</p>
<p>Inédita, “Mentalidade Corpórea” é resultado de uma pesquisa e processo artístico que Fabiano desenvolve desde 2020. Após quase cinco anos de investigação, o projeto será apresentado na Fundação, propondo um olhar sensível sobre o corpo como pensamento.</p>
<p>“Minha pesquisa artística tem como objetivo/interesse perceber, analisar e registrar as relações que ocorrem entre corpo, mente e vida por meio de um viés psicológico existencial. De certa forma, busco investigar a complexidade das relações humanas e como isso se reflete no corpo e na mente, como esses suportes reagem”, explica.</p>
<p>Fabiano ressalta que a exposição é um conjunto de registros e narrativas, resultados de um processo de análise autobiográfica, ou seja, enquanto artista ele coloca-se como indivíduo a ser analisado, interpretado, focando na ansiedade como sintoma primeiro de um ser/estar no mundo.</p>
<p>“Enquanto artista, tenho apenas a possibilidade de fazer essa interpretação pessoal de como a ansiedade se configura em mim, mesmo sabendo que todos nós, seres humanos, sentimos ou sentiremos ansiedade na vida. A exposição procura refletir sobre como a ansiedade pode ser sentida e interpretada e como ela pode ser materializada, estruturada através do corpo e da mente”, compartilha.</p>
<p>Fabiano, que sempre visita a Fundação Cultural BADESC, quando está em Florianópolis, considera o espaço como um local extremamente importante e relevante para o fomento e difusão das artes e cultura para Santa Catarina. “Nasci e vivo na região Oeste do estado, um lugar onde o fomento e incentivo das artes visuais é pouco ou quase nada, então, ser artista e poder ocupar espaços como a Fundação, ter a oportunidade de o trabalho ser reconhecido me deixa muito feliz e me incentiva a continuar”, completa o artista.</p>
<p>A Fundação Cultural BADESC, que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis, abre de segunda a sexta, das 13h às 19h, e a visitação da exposição “Mentalidade Corpórea” poderá ser feita até 25 de setembro de 2025.</p>
<p>Sobre o artista<br />
Artista visual, vive em Modelo/SC, é professor de Arte. Possui especialização em Ensino da Arte e Arte e Educação, graduação em Artes Visuais e Design Visual. Pesquisa e desenvolve trabalhos com interesse nas conexões entre corpo, mente e vida. Utiliza linguagens variadas para a construção de registros e narrativas. Destaque para a participação na exposição virtual e urbana Mostra Museu: Arte na Quarentena, na segunda edição da exposição Jovens Artistas Catarinenses e premiação no Prêmio Funarte Respirarte, na categoria Artes Visuais.</p>
<p>Serviço: Abertura “Mentalidade Corpórea”, de Fabiano Milan<br />
Data: 31 de julho &#8211; quinta-feira, às 19h<br />
Local: Espaço Paulo Gaiad na Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro, Florianópolis/SC)<br />
Visitação até 25 de setembro de 2025<br />
Entrada Gratuita</p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/ansiedade-e-tema-da-exposicao-do-artista-fabiano-milan-em-florianopolis/">Ansiedade é tema da exposição do artista Fabiano Milan em Florianópolis</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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		<title>Sábado Cultural na Fundação Cultural Badesc</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 08:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGENDA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação volta com o projeto que visa ampliar o horário de visitação. Do dia 6 de setembro ao dia 22 de novembro, o casarão será aberto também aos sábados, das 10h às 16h. Além da visitação, o projeto também oferece gratuitamente diversas oficinas para o público geral, que serão divulgadas previamente nas redes sociais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação volta com o projeto que visa ampliar o horário de visitação. Do dia 6 de setembro ao dia 22 de novembro, o casarão será aberto também aos sábados, das 10h às 16h.</p>
<p>Além da visitação, o projeto também oferece gratuitamente diversas oficinas para o público geral, que serão divulgadas previamente nas redes sociais.</p>
<p>Atualmente, três exposições estão em cartaz: “É a gente que se engana enxergando amor onde não tem!”, do artista Lucas Speranza, “Mentalidade Corpórea”, do artista Fabiano Milan e “ReverberAção”, do artista Nei Xakriabá. A entrada é gratuita.</p>
<p>Neste mês de setembro, o dia 13 conta com a Oficina de Desenho de Observação, ministrada por Denilson Antonio, que tem início às 13h30. Não é necessário trazer o material e nem fazer inscrição prévia.</p>
<p>No dia 20, acontece a Oficina de Modelagem em Argila, ministrada por Victoria Beatriz. A prática inicia a partir das 13h e não é necessário trazer o material, nem fazer inscrição prévia.</p>
<p>Todas as atividades são gratuitas e as vagas são preenchidas por ordem de chegada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lançamento do Livro A Lamparina Escondida</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 17:35:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A presença feminina na religião budista é o tema central de “A Lamparina Escondida: histórias de vinte cinco séculos de mulheres despertas”, obra que será lançada no dia 18 de setembro, a partir das 19h, na Fundação Cultural Badesc. Com 100 histórias de despertar vividas por mulheres ao longo de 2.500 anos, cada capítulo é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-34993" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-18.31.36-1.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-18.31.36-1.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-18.31.36-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-18.31.36-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-18.31.36-1-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" />A presença feminina na religião budista é o tema central de “A Lamparina Escondida: histórias de vinte cinco séculos de mulheres despertas”, obra que será lançada no dia 18 de setembro, a partir das 19h, na Fundação Cultural Badesc.</p>
<p>Com 100 histórias de despertar vividas por mulheres ao longo de 2.500 anos, cada capítulo é comentado por uma mestra contemporânea, revelando vozes plurais e profundas que atravessam séculos e fronteiras. A edição brasileira é fruto de um trabalho coletivo e voluntário realizado ao longo de quatro anos por uma equipe de 28 pessoas, sob coordenação da monja Wahô Degenszajn.</p>
<p>A entrada é gratuita e aberta ao público.</p>
<p>Serviço: Lançamento do Livro “A Lamparina Escondida&#8221;<br />
Data: 18 de setembro – quinta-feira, às 19h<br />
Local: Espaço Fernando Beck na Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro, Florianópolis/SC)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Sabrina Alvernaz lança livro diário sobre reprodução humana em Florianópolis</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 17:21:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lançamento do livro “Assistida” será na quinta, dia 11 de setembro, a partir das 18h30, na Fundação Cultural Badesc A escritora e pesquisadora Sabrina Alvernaz lança o novo livro, “Assistida”, na quinta-feira, 11 de setembro, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. A obra, escrita em formato de diário, mergulha nas experiências íntimas da autora durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-34972" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-08-at-14.01.50-1.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-08-at-14.01.50-1.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-08-at-14.01.50-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-08-at-14.01.50-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-08-at-14.01.50-1-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></p>
<p>Lançamento do livro “Assistida” será na quinta, dia 11 de setembro, a partir das 18h30, na Fundação Cultural Badesc</p>
<p>A escritora e pesquisadora Sabrina Alvernaz lança o novo livro, “Assistida”, na quinta-feira, 11 de setembro, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. A obra, escrita em formato de diário, mergulha nas experiências íntimas da autora durante o processo de reprodução humana assistida, revelando com delicadeza e profundidade os desafios da fertilização in vitro e os primeiros passos da gestação. O evento de lançamento com autógrafos e conversa com a escritora e a psicóloga Maria Gabriela Pinho Peixe começa a partir das 18h30.</p>
<p>Natural de Rio Bonito/RJ e morando desde 2018 em Florianópolis, Sabrina, que é doutora em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre em Estudos da Linguagem pela PUC-Rio, e graduada em Letras pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, se dedica à escrita desde 2007. Em sua trajetória, estão publicações acadêmicas, roteiros de curtas-metragens e a publicação do livro “Sangue, Cauim e cerveja”, em 2015.</p>
<p>Nos últimos anos, a autora direciona seu trabalho literário para a autobiografia e a autoficção, por meio de uma prosa poética. Em “Assistida”, seu segundo livro, Sabrina opta por capítulos breves e frases curtas, construindo uma narrativa que transita entre crônica e ensaio, com forte carga emocional e crítica. A obra independente tem 168 páginas e estará à venda no dia do lançamento.</p>
<p>“O relato autobiográfico descreve, com sensibilidade, minhas experiências como ‘tentante’, passando pelas esperanças e ansiedades que envolvem a reprodução humana assistida até as primeiras vivências da gestação”, explica a autora.</p>
<p>Com linguagem poética e estrutura fragmentada, “Assistida” convida o leitor a acompanhar o processo de fertilização in vitro sob uma perspectiva íntima, reflexiva e profundamente humana. A autora compartilha memórias, medos, transformações corporais e afetos, criando uma ponte de empatia com mulheres que enfrentam o desejo de gestar em meio aos desafios contemporâneos.</p>
<p>“É um enorme prazer fazer o lançamento nesta casa e integrar o acervo de escritores de Florianópolis e de Santa Catarina. Este momento representa não apenas a chegada do livro aos leitores, mas também a oportunidade de compartilhar uma história pessoal em um espaço que acolhe a multiplicidade de vozes, memórias e experiências”, completa Sabrina.</p>
<p>Serviço: Lançamento do Livro &#8220;Assistida&#8221;<br />
Data: 11 de setembro – quinta-feira, às 19h<br />
Local: Espaço Fernando Beck na Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro, Florianópolis/SC)<br />
Entrada Gratuita</p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/agenda/sabrina-alvernaz-lanca-livro-diario-sobre-reproducao-humana-em-florianopolis/">Sabrina Alvernaz lança livro diário sobre reprodução humana em Florianópolis</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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		<title>Lucas Speranza apresenta mostra inédita na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/lucas-speranza-apresenta-mostra-inedita-na-fundacao-cultural-badesc-em-florianopolis/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 17:17:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“É a gente que se engana enxergando amor onde não tem!” reúne 22 obras, entre pinturas, objetos e instalações; abertura da exposição, com entrada gratuita, será na quinta, dia 24 de julho A Fundação Cultural BADESC recebe a partir da quinta-feira, dia 24 de julho, a exposição “É a gente que se engana enxergando amor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-34914" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-16-at-15.36.52.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-16-at-15.36.52.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-16-at-15.36.52-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-16-at-15.36.52-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-16-at-15.36.52-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></p>
<p>“É a gente que se engana enxergando amor onde não tem!” reúne 22 obras, entre pinturas, objetos e instalações; abertura da exposição, com entrada gratuita, será na quinta, dia 24 de julho</p>
<p>A Fundação Cultural BADESC recebe a partir da quinta-feira, dia 24 de julho, a exposição “É a gente que se engana enxergando amor onde não tem!”, do artista catarinense Lucas Speranza. Com entrada gratuita, a abertura da mostra que vai ocupar o Espaço Fernando Beck, será a partir das 19h.</p>
<p>Com curadoria de Rainara Sofia em diálogo com a expografia assinada por Estela Camillo, a mostra reúne 22 trabalhos, entre pinturas, objetos e instalações, desenvolvidas pelo artista entre 2024 e 2025. “O conjunto apresentado é fruto da produção feita após a itinerância da minha primeira individual ‘O tempo voa e quem não voa com ele se atrasa’ com curadoria de Gabi Bresola, que rodou o estado entre 2023 e 2024. E o que vou apresentar na Fundação é a síntese de outro momento em minha produção artística”, compartilha o artista.</p>
<p><strong>Bom humor</strong><br />
Selecionado no Edital 2025, o artista ressalta que a exposição inédita vem acompanhada de uma forte carga de bom humor, que está presente não só no título, mas em grande parte dos trabalhos. E esse fio condutor dialoga com uma atmosfera de contemplação que se desdobra em dois momentos distintos de interação.</p>
<p>Na primeira sala do Espaço, o público encontrará um conjunto mais diverso, que transforma o fluxo da cidade e do cotidiano em vários fragmentos. E para materializar essa ideia, o artista utiliza diferentes elementos junto das pinturas, como cartões coletados com frases motivacionais, anotações do jogo do bicho, pedaços de tecido que habitualmente são utilizados como toalhas de mesa, fotografias que fez durante caminhadas pela cidade de Lages, onde mora, entre outros objetos.</p>
<p>Já na segunda parte da exposição, Lucas ressalta que a ideia foi criar um ambiente silencioso onde o visitante possa sentar e observar as pinturas expostas. “Acho que essa dualidade da proposta tem tudo a ver com minha prática e com o conjunto presente. Ainda mais que a exposição está saindo de Lages para Florianópolis, o local, o tempo, a distância, tudo isso permeia o projeto também”, destaca.</p>
<p><strong>Retorno</strong><br />
O artista, que já participou de duas exposições coletivas na Fundação Cultural BADESC, a mostra “O Sul São Meus Pais”, em 2023 no Espaço Fernando Beck e &#8220;Gestos e Horizontes&#8221;, mostra resultante da Residência Artística e de Pesquisa no Acervo Artístico do artista Paulo Gaiad, em 2024, compartilha que ocupar integralmente o Espaço Fernando Beck é um sonho antigo e uma importante conquista em sua trajetória.</p>
<p>“A Fundação BADESC tem exercido, ao longo dos últimos anos, um papel importantíssimo na minha formação e trajetória, não apenas pelas mostras das quais participei, mas também pelas diferentes experiências que tive com os conjuntos de trabalhos de outros artistas que passaram por este espaço”, completa.</p>
<p>A visitação da exposição “É a gente que se engana enxergando amor onde não tem!”, do artista Lucas Speranza poderá ser feita até 11 de setembro. A Fundação Cultural BADESC fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis, e a visitação pode ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h.</p>
<p>Sobre o artista<br />
Nascido e residente em Lages/SC, é artista autodidata licenciado em Química pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Atua com enfoque na pintura e desdobramentos da mesma a partir da criação de composições com elementos da cultura popular. Em 2023, apresentou a primeira individual “o tempo voa e quem não voa com ele se atrasa”, com curadoria de Gabi Bresola, na galeria Memorial Meyer Filho, em Florianópolis. Posteriormente, através de prêmios de estímulo e editais de ocupação, a exposição circulou o estado em 2024. No mesmo ano integrou as coletivas “O Sul São Meus Pais” e “Impossibilidade de Esgotamento”. Foi selecionado para o programa de residência do acervo Paulo Gaiad 2024. Participou de grupos de processos com Kamilla Nunes e integrou o ateliê de acompanhamento de projetos com orientação de Josué Mattos no Centro Cultural Veras.</p>
<p>Serviço: Abertura “É a gente que se engana enxergando amor onde não tem!”, de Lucas Speranza<br />
Data: 24 de julho &#8211; quinta-feira, às 19h<br />
Local: Espaço Fernando Beck na Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro, Florianópolis/SC)<br />
Visitação até 11 de setembro de 2025<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Mostra Cine Garagem 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:27:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Mostra Cine Garagem 2025 apresenta quatro curtas-metragens com curadoria da cineasta Cláudia Cárdenas. A programação é dividida em duas sessões, sendo a primeira seguida de um debate e a segunda que contará com audiodescrição e interpretação em Libras. Os filmes que serão exibidos nessa programação desejam resgatar a ancestralidade indígena numa perspectiva de enfrentamento dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-34934" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-13.12.20-1.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-13.12.20-1.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-13.12.20-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-13.12.20-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-13.12.20-1-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" />A Mostra Cine Garagem 2025 apresenta quatro curtas-metragens com curadoria da cineasta Cláudia Cárdenas. A programação é dividida em duas sessões, sendo a primeira seguida de um debate e a segunda que contará com audiodescrição e interpretação em Libras.</p>
<p>Os filmes que serão exibidos nessa programação desejam resgatar a ancestralidade indígena numa perspectiva de enfrentamento dos restos do colonialismo em busca da reconstrução do imaginário social e político brasileiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-34933 alignright" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/TAPE-PORA-ARANDU-CARTAZ-FINAL-P.jpg" alt="" width="166" height="134" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/TAPE-PORA-ARANDU-CARTAZ-FINAL-P.jpg 1500w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/TAPE-PORA-ARANDU-CARTAZ-FINAL-P-300x242.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/TAPE-PORA-ARANDU-CARTAZ-FINAL-P-1024x825.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/TAPE-PORA-ARANDU-CARTAZ-FINAL-P-768x618.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 166px) 100vw, 166px" /><br />
1. Tape Porã Arandu, de Beatriz Fernanda das Chagas Regis;</p>
<p>Karaí Tupã é um centenário rezador Guarani Mbya. Ele narra a expulsão do Tekohá Araça&#8217;í, seu território ancestral, e rememora o legado de luta pela terrra e resistência cultural com seus parentes.</p>
<p><strong>Ficha Técnica&nbsp;</strong></p>
<p>Produtora: Lua Caolha Filmes e Produções</p>
<p>Co-Produtora: Margot Filmes</p>
<p>Co-Produtora: Arandu Cultural</p>
<p>Elenco : Karaí Tupã Macimino Mariano de Morais, Bruna Siqueira Kafej, Marcos Mariano de Morais Mbaraka Poty Mirim, Terezinha de Morais Kerexu, Maria Helena de Lima Kerexu</p>
<p>Direção: Beatriz Fernanda das Chagas Regis</p>
<p>Assistente de Direção: Ilka Goldschimidt</p>
<p>Roteiro e Argumento: Karaí Tupã Macimino Mariano de Morais, Beatriz Fernanda das Chagas, Regis Ilka Goldschimidt</p>
<p>Pesquisa e Arquivos: Beatriz Fernanda das Chagas Regis, Adiles Savoldi, Ilka Goldschmidt, Kmiye Tommasino, Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina, Conselho Indigenista Missionário &#8211; Regional Sul, Fundação Nacional dos Povos Indígenas &#8211; AER Chapecó</p>
<p>Direção de Fotografia: Zé Boita</p>
<p>Imagens Aéreas: Maurício Franke</p>
<p>Som Direto e Mixagem: Fernando Nicknich</p>
<p>Direção de Produção: Analu Favretto</p>
<p>Assistentes de Produção: Elizane Barbosa, Naiá Reis</p>
<p>Assistente Logístico: Daniel Matos</p>
<p>Montagem: Cassemiro Vitorino</p>
<p>Produção Executiva: Zé Boita</p>
<p>Finalização e Colorização: Fabiane Bardemaker</p>
<p>Design Gráfico: Denis Cardoso</p>
<p>Tradução Guarani e Português: Beatriz Fernanda das Chagas Regis, Kátia Moreira Nhedyvyju, Karaí Tupã Macimino Mariano de Morais</p>
<p>Audiodescrição, Libras e Legendas Português: Sansara Buriti</p>
<p>Colaboradores: Sila Isaías, Lindaci Silva dos Santos, Laura Isadora Barbosa, André Mathias Karay Barbosa, Edson Junior, Edson Benites, Rodrigo Benites,Maicon Mariano Morais, Serenergio Daniel, Neusa Barbosa, Alifer Andrei Barbosa, Elsa Barbosa, Luis Eufrásia, Nayara Kethlyn Barbosa, &nbsp;Guilherme Arthur Barbosa, Thayna Emanuele Rosa, Anne Vitória Barbosa, Matheus Barbosa, &nbsp;Jaqueline Isaías, Loreci Barbosa, Samara Isaías, Tamar Barbosa, Joana Mariano, Tatiane Barbosa, Matias Barbosa</p>
<p>Música Original: Fernando Nicknich</p>
<p>Gravação Musicas: Estúdio do Gere</p>
<p>Canções:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<p>“Tangará” &#8211; Composição tradicional/ Autoria Coletiva. Intérpretes: Karaí Tupã Macimino Mariano de Morais, Adriano Ferreira Werá Tchunu, Basílio Ferreira Werá Mirim, Samuel Pires Kuaray, Jeciara Benites Para Mirim, Juliana Ferreira Yva Jera, Ana Benites Para.</p>
<p>“Mboraí” &#8211; Composição tradicional/ Autoria Coletiva. Intérpretes: Karaí Tupã Macimino Mariano de Morais, Adriano Ferreira Werá Tchunu, Edson Benites Kuaray Mirim, Eddy Yapua, Rodrigo Benites Karai Ta’taendy.</p>
<p>“Mborai Mim” &#8211; Composição tradicional/ Autoria Coletiva. Intérpretes: Karaí Tupã Macimino Mariano de Morais, Adriano Ferreira Werá Tchunu, Basílio Ferreira Werá Mirim, Samuel Pires Kuaray, Cacique Anesseto, Jeciara Benites Para Mirim, Juliana Ferreira Yva Jera, Ana Benites Para.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-34932 alignright" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-Whera-Tupa-e-Karai-Vydju-tataxina-scaled.jpg" alt="" width="152" height="156" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-Whera-Tupa-e-Karai-Vydju-tataxina-scaled.jpg 2494w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-Whera-Tupa-e-Karai-Vydju-tataxina-292x300.jpg 292w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-Whera-Tupa-e-Karai-Vydju-tataxina-998x1024.jpg 998w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-Whera-Tupa-e-Karai-Vydju-tataxina-768x788.jpg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-Whera-Tupa-e-Karai-Vydju-tataxina-1496x1536.jpg 1496w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/CAPA-Whera-Tupa-e-Karai-Vydju-tataxina-1995x2048.jpg 1995w" sizes="auto, (max-width: 152px) 100vw, 152px" />2. ⁠Wherá Tupã e o Fogo Sagrado, de Rafael Coelho;</p>
<p><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Para o Povo Guarani </span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Mbya</span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">, os sonhos são como se fossem portais para tudo aquilo que não vivemos no mundo físico. Eles nos permitem ver pessoas que não vemos mais nesse plano ou interagir com algo que se queria muito na vida&#8221;. Este filme retrata algumas das experiências espirituais e sensoriais do jovem líder indígena Mateus </span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Wera</span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">, morador da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo. Os sonhos compartilhados são a conexão entre ele e o irmão, </span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Karaí</span> <span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Poty</span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">, e entrelaçam os caminhos da vida do cacique nas lutas atuais do seu povo.</span></p>
<p><strong>Ficha Técnica&nbsp;</strong></p>
<p>Concebido: por Alcindo Wherá Tupã Wanderley Karaí Vydjú Rafael Coelho</p>
<p>Direção: Rafael Coelho</p>
<p>Realização: Filmes do Fogo</p>
<p>Produção Executiva: Rafaela Herran</p>
<p>Direção de Produção: Lipe Tortoro Rafael Coelho</p>
<p>Produção: Arantxa Pellme</p>
<p>Direção de Fotografia: Maria de Oliveira</p>
<p>Técnico de som: Ney Platt</p>
<p>Montagem: Rafael Coelho</p>
<p>Assistência de Fotografia: Lipe Tortoro</p>
<p>Operação de Câmera: Maria de Oliveira, Marcelina Takua Djú, Lipe Tortoro, Rafael Coelho, Arantxa Pellme, Caroline Mariga</p>
<p>Operação de Drone: Lipe Tortoro</p>
<p>Logger: Guilherme Freitas</p>
<p>Colorização: Maria de Oliveira</p>
<p>Mixagem de Som: Arthur Thiesen</p>
<p>Assistência de Som: Guilherme Freitas</p>
<p>Gravação de Foley: Ney Platt</p>
<p>Desenho de Som: Rafael Coelho</p>
<p>Assistência de Direção: Caroline Mariga</p>
<p>Assistência de Produção: Rita Canemba, Tainá Orsi</p>
<p>Confecção de Vestimenta: Dani Antunes</p>
<p>Catering: Tainá Orsi, Renata Abel</p>
<p>Acessibilidade: Filmes que Voam</p>
<p>Fotografia Still: Arantxa Pellme,&nbsp; Lipe Tortoro,&nbsp; Rafael Coelho, Maria de Oliveira&nbsp;</p>
<p>Arte Gráfica: Yannet Briggiler</p>
<p>Ilustração: Julian Brzozowski, Yannet Briggiler</p>
<p>ELENCO: Alcindo Wherá Tupã, Wanderley Karaí Vydjú, Sônia Takua Nhemombé, Santa Djaxuka, Marcelo França, Miriam Djaxuka Nhemboyvate Mirim</p>
<p>TRADUÇÃO</p>
<p>Guarani Wanderley Karaí Vydjú</p>
<p>Inglês Lipe Tortoro</p>
<p>Espanhol Ana María Ramo y Affonso</p>
<p>Francês Christine M. C. Pezin Vacaro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-34931 alignright" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/IMG-7038-2.jpg" alt="" width="177" height="157" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/IMG-7038-2.jpg 1080w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/IMG-7038-2-300x266.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/IMG-7038-2-1024x909.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/IMG-7038-2-768x682.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 177px) 100vw, 177px" />3. ⁠Os sonhos guiam, de Natália Tupi;</p>
<p><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Para o Povo Guarani </span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Mbya</span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">, os sonhos são como se fossem portais para tudo aquilo que não vivemos no mundo físico. Eles nos permitem ver pessoas que não vemos mais nesse plano ou interagir com algo que se queria muito na vida&#8221;. Este filme retrata algumas das experiências espirituais e sensoriais do jovem líder indígena Mateus </span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Wera</span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">, morador da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo. Os sonhos compartilhados são a conexão entre ele e o irmão, </span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Karaí</span> <span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">Poty</span><span class="NormalTextRun SCXW235035227 BCX0">, e entrelaçam os caminhos da vida do cacique nas lutas atuais do seu povo.</span></p>
<p><strong>Ficha Técnica&nbsp;</strong></p>
<p><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Direção: Natália Tupi</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Roteiro e pesquisa: Natália Tupi e Renato Chagas</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Produtor executivo: Fernando </span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Beda</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Diretor de produção: Fernando </span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Beda</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Produção: Mateus </span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Wera</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Direção de fotografia: Natália Tupi, Karen </span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Izuno</span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0"> e Renato Chagas </span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Operação de Câmera: Karen </span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Izuno</span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">, Renato Chagas Natália Tupi </span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Direção de som e som direto: Alice de Souza</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Edição de som: Fernando </span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Beda</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Montagem: Natália Tupi, Karen </span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Izuno</span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0"> e Renato Chagas</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Colorização: Natália Tupi, Karen </span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Izuno</span><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0"> e Renato Chagas</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Imagens de arquivos: Anete Nascimento e Conrado Lessa</span></span><span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW198461743 BCX0"><span class="SCXW198461743 BCX0">&nbsp;</span><br class="SCXW198461743 BCX0"></span><span class="TextRun SCXW198461743 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW198461743 BCX0">Agradecimentos especiais: Neide Lopes, Anete Nascimento, Giulio Nascimento e Conrado Lessa.</span></span><span class="EOP SCXW198461743 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559740&quot;:240}">&nbsp;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-34930 alignright" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/aqui-onde-tudo-acaba-A4-1-scaled.jpg" alt="" width="211" height="149" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/aqui-onde-tudo-acaba-A4-1-scaled.jpg 2560w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/aqui-onde-tudo-acaba-A4-1-300x212.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/aqui-onde-tudo-acaba-A4-1-1024x724.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/aqui-onde-tudo-acaba-A4-1-768x543.jpg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/aqui-onde-tudo-acaba-A4-1-1536x1086.jpg 1536w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/08/aqui-onde-tudo-acaba-A4-1-2048x1448.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 211px) 100vw, 211px" />4. ⁠Aqui onde tudo acaba, de Cláudia Cárdenas &amp; Juce Filho.</p>
<p><span class="TextRun SCXW116493586 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW116493586 BCX0">Curta-metragem experimental, poético que transita entre o documentário e a ficção. Trata-se, de modo particular, de uma partilha de saberes realizada na Aldeia Bugio, em todos os estágios de filmagens em 16mm, revelação botânica e captação sonora de modo coletivo. Busca reativar a memória das origens do povo </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW116493586 BCX0">Laklãnõ</span><span class="NormalTextRun SCXW116493586 BCX0">/</span><span class="NormalTextRun SCXW116493586 BCX0">Xokleng</span><span class="NormalTextRun SCXW116493586 BCX0">.</span></span><span class="EOP SCXW116493586 BCX0" data-ccp-props="{}">&nbsp;</span></p>
<p><strong>Ficha Técnica&nbsp;</strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Direção: Cláudia Cárdenas &amp; Juce Filho</span><span data-ccp-props="{}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Roteiro: Cláudia Cárdenas &amp; Juce Filho</span><span data-ccp-props="{}">&nbsp;</span><span data-contrast="auto">Fotografia: Rafael Schlichting, Ricardo Leite</span><span data-ccp-props="{}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Montagem: Rafael Schlichting</span><span data-ccp-props="{}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Som: Rodrigo Ramos</span><span data-ccp-props="{}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Elenco: Acir Caile Pripra &amp; Nandia Patté</span><span data-ccp-props="{}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Produção: Duo Strangloscope</span><span data-ccp-props="{}">&nbsp;</span></p>
<p><strong>Conheça a curadora do Cine Garagem 2025</strong></p>
<p><span class="TextRun SCXW29923833 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="none"><span class="NormalTextRun SCXW29923833 BCX0">Cláudia Cárdenas atua como cineasta, professora, curadora, exibidora de filmes e agente da política cultural pró cinema em Florianópolis. Seu trabalho como realizadora cinematográfica inclui pesquisa, roteiro, arte e direção de inúmeros curtas e longas experimentais e documentários premiados em editais de produção e realização do município de Florianópolis e do Estado de Santa Catarina. Juntamente com Rafael </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW29923833 BCX0">Schlichting</span><span class="NormalTextRun SCXW29923833 BCX0">, Cláudia compõe o Duo </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW29923833 BCX0">Strangloscope</span><span class="NormalTextRun SCXW29923833 BCX0">, dupla que tem expressão artística audiovisual no campo do cinema experimental reconhecida e premiada em festivais no Brasil e no exterior, com mais de 30 obras realizadas nestes 23 anos de parceria. Além de realizadores, os dois criaram e dirigem o Festival Inflamável de curtas em </span><span class="NormalTextRun SCXW29923833 BCX0">Super</span><span class="NormalTextRun SCXW29923833 BCX0"> 8 e 16mm, a </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW29923833 BCX0">Strangloscope</span><span class="NormalTextRun SCXW29923833 BCX0"> &#8211; Mostra de áudio, vídeo, filme e performance de cinema experimental e o Festival </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW29923833 BCX0">Audiovisão</span><span class="NormalTextRun SCXW29923833 BCX0">.</span></span><span class="EOP SCXW29923833 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}">&nbsp;</span></p>
<p>O primeiro dia de exibição contará com participações especiais.</p>
<p>O evento acontece nos dias <strong>15 e 16 de agosto, com início às 19h.</strong> A entrada para o Cine Garagem é gratuita e os lugares serão ocupados por ordem de chegada. Vale lembrar que, em caso de chuva, a programação será adiada para uma data posterior.</p>
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		<title>Dragão de Loro Lima habita jardim da Fundação Cultural BADESC</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 21:00:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Obra confeccionada com sucatas e obras do acervo do artista será apresentada pela primeira vez; abertura será na quinta, 15 de maio, a partir das 19h &#160; O trabalho ‘Dragão’ do artista Loro Lima, que começou a ser confeccionado em 2022, integra a exposição “Criadas Criaturas”, que abre na quinta-feira, dia 15 de maio, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-34758" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/imagem-do-whatsapp-de-2025-05-08-as-12.27.40-0883ba74.jpg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/imagem-do-whatsapp-de-2025-05-08-as-12.27.40-0883ba74.jpg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/imagem-do-whatsapp-de-2025-05-08-as-12.27.40-0883ba74-300x163.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/imagem-do-whatsapp-de-2025-05-08-as-12.27.40-0883ba74-1024x557.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/imagem-do-whatsapp-de-2025-05-08-as-12.27.40-0883ba74-768x417.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" />Obra confeccionada com sucatas e obras do acervo do artista será apresentada pela primeira vez; abertura será na quinta, 15 de maio, a partir das 19h</em></p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">O trabalho ‘Dragão’ do artista Loro Lima, que começou a ser confeccionado em 2022, integra a exposição “Criadas Criaturas”, que abre na quinta-feira, dia 15 de maio, a partir das 19h no Jardim da Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. A curadoria é de Thami Luz e a entrada é gratuita.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">Com cerca de meia tonelada, a obra de seis metros de comprimento foi produzida com sucatas e objetos coletados pelo artista nas ruas e praias da região Sul da Ilha de SC e misturados com instalações e obras que integraram o acervo artístico do Loro. Além do emaranhado de vidros, tecidos, calotas, fios e detalhes que podem ser vistos durante a visita, o ‘Dragão’, chama a atenção por ter uma única pata.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">Loro conta que foi depois de avistar a ‘pata’ no quintal de casa, no Rio Tavares, que começou a construir a escultura que se transformaria num bicho. “O tronco da árvore, que é base do trabalho, foi ganhando ainda mais sentido quando escavei um pouco na terra e pude ver que as raízes faziam dela uma garra, tal qual as dos dragões”, compartilha Loro.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">O ritual de mudança do habitat íntimo para o jardim foi realizado no dia 5 de maio. Nessa data, o artista reuniu amigos para ajudarem na missão de fazer o ‘Dragão’ sair de casa e fazer uma excursão temporária no Centro da Capital. &#8220;O ritual de retirar o animal do espaço dele dá uma ausência de espaço, ainda mais porque ele foi construído aqui. Mas, em breve ele volta pra casa”, diz o artista.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">A obra, que conta ainda com um suporte de metal que o artista encontrou na rua para sustentação, é, segundo a curadora, um monumento em formato de criatura e que está presente na memória das pessoas.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;“Conhecida como bicho ou dragão, quando nasceu tinha o nome de sucata no sentido da vida sucateada. Num reflexo de uma sociedade obcecada por consumir, retirar, sugar, esvaziar o produzir. Entretanto tudo o que foi consumido um dia volta. Não mais novo e brilhando, ilustrado lustrado, mas usado, partido, fragmentado. Toda criatura abandonada rejeitada foi algum dia batizada. Por isso é bem melhor vê-la de fora”, salienta Thami.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">A curadora, que é doutora em Sociologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e vem trabalhando com o artista Loro fazendo uso das técnicas etnográficas como entrevistas em profundidade, observação afetada e cumplicidade não esperada, explica ainda que o corpo é algo presente em todas as criações do artista.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">“Corpo é movimento, e esse processo está nos tamanhos das telas, nas texturas das pinceladas. Ao piscar e voltar abrir os olhos sua obra já manifesta uma nova criatura. Loro em sua generosidade nos presenteia a mutação da experiência enquanto carbono que somos; e que voltaremos a ser. Como no ritual de passagem, da casa do artista para o jardim da Fundação, quando o corpo da criatura foi carregado”, completa.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">A exposição “Criadas Criaturas” ficará em exposição até 14 de agosto no jardim da Fundação Cultural BADESC, que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. A visitação pode ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h e aos sábados (até 26 de julho), das 10h às 16h. Acompanhe a programação completa no @fundacaobadesc.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Loro Lima, conhecido artisticamente como Loro da Ilha, é natural de Florianópolis e uma das figuras mais influentes da arte catarinense. Com uma trajetória marcada pela experimentação e pela multiplicidade de linguagens, estudou pintura, gravura e escultura na Art Students League, em Nova Iorque, nas décadas de 1970 e 1980, além de litografia no Museu de Arte de Santa Catarina (Masc), em 1982.</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">Seu trabalho já foi exposto em diversos países, incluindo Brasil, Estados Unidos, França e Argentina. Entre os reconhecimentos que consolidaram sua carreira, destacam-se o 2º Salão Jovem Arte Sul América (Masc, 1982), o 9º Salão Nacional de Artes Plásticas – Sul (Margs, Porto Alegre, 1986) e a Exposição na OEA, em Nova Iorque (1991).</p>
<p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;">Com uma produção artística singular, Loro transita entre diferentes formas de expressão, criando objetos autobiográficos que misturam palavras, materiais e sua percepção única do mundo. Sua obra reflete um olhar sensível e questionador, explorando memórias, identidade e novas possibilidades dentro da arte contemporânea.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Abertura exposição “Criadas Criaturas” de Loro Lima<br />
<strong>Data:</strong> 15 de maio – quinta-feira, às 19h<br />
<strong>Local:</strong>&nbsp;Espaço Fernando Beck na Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro, Florianópolis/SC)<br />
Visitação até 14 de agosto de 2025<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Autoficção e histórias naufragadas inspiram exposição inédita em Florianópolis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 16:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fundação Cultural BADESC recebe a partir de 29 de maio a mostra “Autoficção Enquanto Naufrágio” dos artistas Cosme S., Eco Zazu, Isadora Nicoladeli e Leonardo Sanchez &#160; Pinturas, desenhos e animações digitais, além de uma instalação em realidade aumentada, integram a exposição “Autoficção Enquanto Naufrágio” dos artistas Cosme S., Eco Zazu, Isadora Nicoladeli e Leonardo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-34819" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-22-as-12.04.09_c93a81b4.jpg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-22-as-12.04.09_c93a81b4.jpg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-22-as-12.04.09_c93a81b4-300x163.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-22-as-12.04.09_c93a81b4-1024x557.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-22-as-12.04.09_c93a81b4-768x417.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" />Fundação Cultural BADESC recebe a partir de 29 de maio a mostra “Autoficção Enquanto Naufrágio” dos artistas Cosme S., Eco Zazu, Isadora Nicoladeli e Leonardo Sanchez</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pinturas, desenhos e animações digitais, além de uma instalação em realidade aumentada, integram a exposição “Autoficção Enquanto Naufrágio” dos artistas Cosme S., Eco Zazu, Isadora Nicoladeli e Leonardo Sanchez, que abre na quinta-feira, dia 29 de maio, na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. A abertura começa a partir das 19h e a entrada é gratuita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Selecionada no Edital 2025 da Fundação, a mostra coletiva é inédita e composta por obras criadas nos últimos anos pelos quatro artistas. Segundo a artista Eco Zazu, os 31 trabalhos marcam momentos e histórias íntimas e foram originalmente criados como forma de cristalizar ou aprisionar um momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Como um livro de histórias contadas pela metade em uma dimensão física, uma digital e uma onírica, a mostra convida o público a fazer parte dessa ficção, refletir sobre sua própria construção de si e suas histórias naufragadas”, destaca a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de convidar o público a mergulhar no universo de narrativas pessoais dos artistas, a exposição busca apresentar uma experiência imersiva a fim de refletir sobre a construção do ‘eu’ e os naufrágios das próprias memórias. “Nos orgulhamos desse projeto coletivo que consegue traçar paralelos entre experiências de vida tão íntimas e pessoais que acabam por se tornar públicas e coletivas. Somos jovens artistas que assinam juntos a curadoria dessa exposição e atuamos como agenciadores e produtores culturais”, compartilham os artistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Autoficção Enquanto Naufrágio” poderá ser visitada até o dia 17 de julho no Espaço Fernando Beck. A Fundação Cultural BADESC, que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis, abre de segunda a sexta, das 13h às 19h, e aos sábados, até 27 de julho, das 10h às 16h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Esperamos que o público se veja em nossas obras e vivências ali materializadas, que consigam acessar seu íntimo através do nosso, e que o projeto inspire outros jovens artistas a unirem forças. Somos muito gratos à Fundação por esta oportunidade num espaço tão querido por todos nós que visitamos sempre, e é de suma importância para a expressão cultural em nossa cidade”, completam os artistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Sobre os artistas</b></p>
<p><b>Cosme S.</b>: artista paraense, nascido em Belém/PA e residente em Santa Catarina. Sua produção é voltada ao autorretrato enquanto estudo da memória e ao corpo enquanto dispositivo auto narrativo — desdobrando-se em pintura, animação e escrita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Eco Zazu:</b>&nbsp;artista natural e residente de Florianópolis/SC, doutoranda em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), mestra e graduada em Artes Visuais pela Udesc. Seu trabalho artístico acontece através da arte drag em articulação com outras expressões artísticas para contar e fabular suas histórias e identidades numa constante construção fictícia-veraz de si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Isadora Nicoladeli</b>: artista visual natural de Tubarão/SC e residente em Florianópolis/SC. Graduanda em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), sua produção se concentra majoritariamente na pintura figurativa em conversa com a fotografia, literatura, filosofia e psicanálise.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Leonardo Sanchez:</b>&nbsp;artista visual, mestrando em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e explora diversas mídias, com destaque para a pintura e o desenho. Sua pesquisa se concentra na autorrepresentação como uma forma de tensionar a colonialidade, abordando temas como gênero, corpo e memória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Serviço: Abertura “Autoficção Enquanto Naufrágio”, de Cosme S., Eco Zazu, Isadora Nicoladeli e Leonardo Sanchez</b></p>
<p>Data: 29 de maio – quinta-feira, às 19h</p>
<p>Local: Espaço Fernando Beck na Fundação Cultural BADESC&nbsp; (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro, Florianópolis/SC)</p>
<p>Visitação até 17 de julho de 2025</p>
<p><strong>Entrada Gratuita</strong></p>
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		<title>Exposição inédita reflete sobre dissidências de gênero na Arte Contemporânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 15:59:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[exposição 2025]]></category>
		<category><![CDATA[joana goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Tem paixão e calvario a beça até encontrarem a cura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Tem paixão e calvário à beça até encontrarem a cura”, de Joana Goulart abre dia 5 de junho na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis; entrada é gratuita A exposição “Tem paixão e calvário à beça até encontrarem a cura”, da artista Joana Goulart, convida os visitantes a refletir sobre desejo, identidade e os desafios das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-34832" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-28-as-17.39.17_df7d41b9.jpg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-28-as-17.39.17_df7d41b9.jpg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-28-as-17.39.17_df7d41b9-300x163.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-28-as-17.39.17_df7d41b9-1024x557.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-05-28-as-17.39.17_df7d41b9-768x417.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /><br />
<em>“Tem paixão e calvário à beça até encontrarem a cura”, de Joana Goulart abre dia 5 de junho na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis; entrada é gratuita</em></p>
<p>A exposição “Tem paixão e calvário à beça até encontrarem a cura”, da artista Joana Goulart, convida os visitantes a refletir sobre desejo, identidade e os desafios das dissidências de gênero na sociedade e na arte contemporânea. Apresentada pela primeira vez na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis, a mostra abre na quinta-feira, dia 5 de junho, a partir das 19h. A entrada é gratuita.</p>
<p>Com curadoria de Gabriel Bonfim, o projeto, selecionado na Chamada Pública Paulo Gaiad – Primeira Individual, foi concebido, de acordo com a artista, a partir da marcação do texto de Pedro Lemebel, especificamente um excerto de A noite dos Visions (ou A Última Festa da Unidade Popular).</p>
<p>“Eu e o Gabriel decidimos que ‘Tem paixão e calvário à beça até encontrarem a cura’ seria o título perfeito para a exposição, sintetizando aquilo que gostaríamos de falar. Depois de escolhermos o título, analisamos minhas obras produzidas nos últimos anos e pensamos qual seria a melhor forma de trazer o projeto à vida. Essa exposição só foi possível pela união Joana-Gabriel-Lemebel”, compartilha Joana.</p>
<p>Composta por 12 obras, a mostra vai reunir uma diversidade de materialidades, como performances e seus registros em vídeo e fotografia, trabalhos em texto, serigrafias, bordados, pinturas e objetos instalativos.</p>
<p>Para Joana, expor na Fundação Cultural BADESC, especialmente no espaço Paulo Gaiad, representa um momento especial e significativo na trajetória artística. “Estou muito animada para materializar todo o trabalho e dividir esse instante com o público e com as pessoas que amo. O espaço é fundamental para a vida cultural da cidade, e ocupar esse ambiente pela primeira vez é emocionante”, completa a artista.</p>
<p>A Fundação Cultural BADESC, que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis, abre de segunda a sexta, das 13h às 19h, e aos sábados, até 27 de julho, das 10h às 16h. A visitação de “Tem paixão e calvário à beça até encontrarem a cura” poderá ser feita até 24 de julho de 2025.</p>
<p><strong>Sobre a artista</strong><br />
Nascida em Florianópolis/SC, a artista visual, pesquisadora e bacharelanda no curso de Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc), Joana Goulart, participa do grupo de extensão “Sala de leitura – Sala de escuta” e do grupo de pesquisa “Proposições artísticas contemporâneas e seus processos experimentais” (UDESC/ CNPq). Tem como principal meio de pesquisa o corpo na arte contemporânea e seus desdobramentos na performance, registrando esses processos entre vídeo e fotografia, assim como instalações, bordados e pinturas.</p>
<p>Participou da exposição “Publique!”, realizada na galeria Jandira Lorenz, em Florianópolis/SC, colaborou com uma proposição de arte sonora no III Congresso Internacional de Pesquisa em Sonoridades (CIPS, em Niterói/RJ), e em 2024 participou das exposições coletivas: O Sonho da Casa do Impossível (Galeria Begônia, Cocal do Sul/SC), Jovens Artistas Catarinenses (Galeria Willy Zumblick &#8211; Fundação Cultural de Criciúma, Criciúma/SC), Toda Rota de Fuga é um Ponto de Encontro (Galeria Ponto de Fuga, Curitiba/PR) e Tentacular (Memorial Meyer Filho, Florianópolis/SC).</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Abertura “Tem paixão e calvário à beça até encontrarem a cura”, de Joana Goulart<br />
<strong>Data:</strong> 5 junho &#8211; quinta-feira, às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Espaço Paulo Gaiad na Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro, Florianópolis/SC)<br />
Visitação até 24 de julho de 2025<br />
<strong>Entrada Gratuita</strong></p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/exposicao/exposicao-inedita-reflete-sobre-dissidencias-de-genero-na-arte-contemporanea/">Exposição inédita reflete sobre dissidências de gênero na Arte Contemporânea</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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