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	<title>Arquivo de EXPOSIÇÃO - Fundação Cultural Badesc</title>
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	<title>Arquivo de EXPOSIÇÃO - Fundação Cultural Badesc</title>
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		<title>Acumulação e objetos de uso cotidiano integram exposição inédita de Elke Coelho</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:12:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Elke Coelho apresenta “Algo sobre a Solidão” a partir de 25 de junho na Fundação Cultural Badesc; na data haverá uma Roda de Conversa com a artista Cerca de 20 obras, entre objetos, instalações de parede e pinturas integram a exposição “Algo Sobre a Solidão” da artista Elke Coelho que será aberta às 19h da [&#8230;]</p>
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<p><em>Elke Coelho apresenta “Algo sobre a Solidão” a partir de 25 de junho na Fundação Cultural Badesc; na data haverá uma Roda de Conversa com a artista</em></p>
<p>Cerca de 20 obras, entre objetos, instalações de parede e pinturas integram a exposição “Algo Sobre a Solidão” da artista Elke Coelho que será aberta às 19h da quinta-feira, dia 25 de junho, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. Antes da abertura da mostra inédita e que será apresentada pela primeira vez na cidade, acontece uma Roda de Conversa com a artista. Esse encontro começa às 18h. A entrada é gratuita.</p>
<p>A artista, que também é responsável pela concepção da mostra, compartilha que tanto as instalações de parede quanto os objetos são compostos por meio da repetição e acumulação de objetos de uso cotidiano de pequeno porte, como cotonetes, alfinetes, flores ornamentais, bolinhas de “pérola”, guardanapos de papel, recipientes de vidro, cápsulas de comprimido, entre outros. Já as pinturas são realizadas com pastel oleoso sobre papel.</p>
<p>Elke destaca ainda que a temporalidade distendida está presente na exposição e perpassa a maior parte dos processos dos trabalhos que serão expostos. Um exemplo é a obra “Ferida” que apresenta mais de duzentas mil flores sempre-viva vermelhas que foram organizadas em cerca de 550 caixas de acrílico, algo que envolveu mais de cem horas de trabalho no decorrer de oito meses. Já em “Deserto”, as quase trinta mil pontas de cotonetes foram selecionadas, cortadas e organizadas em grades plásticas, uma a uma, o que demanda horas a fio de trabalho.</p>
<p>“Experiências similares, em termos de artesania, se aplicam a maior parte dos meus trabalhos e essas práticas manuais demandam um tipo de temporalidade que vai na contramão do fluxo contemporâneo. Sendo a rapidez, desde a instalação do capitalismo, entendida enquanto qualidade, a morosidade torna-se, neste tipo de sociedade, uma debilidade”, compartilha.</p>
<p>A mostra “Algo Sobre a Solidão”, que poderá ser visitada até 13 de agosto no Espaço Fernando Beck, foi selecionada no Edital de Exposições 2026. A visitação na Fundação Cultural Badesc, que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, pode ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h e das 10h às 16h, aos sábados.</p>
<p>“Para mim, em termos conceituais, ter sido selecionada, dentre tantas propostas de vários lugares do país, foi uma grande honra. E espero que, por algum motivo, o que será exibido faça sentido para quem visitar a exposição”, completa a artista.</p>
<p><strong>Sobre a artista</strong><br />
Pesquisadora, artista e professora no Departamento de Arte Visual da Universidade Estadual de Londrina (UEL/PR). Possui mestrado em Artes Visuais pela UFRGS (2009) e doutorado em Artes Visuais pela USP (2014). Participa, desde 2005, de exposições individuais e coletivas. Uma das organizadoras do livro Cartografias Cotidianas (2011), e autora da trilogia que abarca Coisas de Iracema (2017-2020-2023). Sua produção é caracterizada pelo emprego de objetos de uso cotidiano, bem como por procedimentos de repetição e acumulação.</p>
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		<title>Artista Heloisa Panuci abre 1ª exposição individual na Fundação Cultural Badesc</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Imagem e Semelhança”, que reúne 16 trabalhos produzidos de 2022 a 2025, será aberta para visitação na quinta-feira, 2 de julho Esculturas, gravuras e arte têxtil estão presentes na exposição “Imagem e Semelhança”, que a artista paranaense Heloisa Panuci abre no dia 2 de julho na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. Moradora da Capital de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-35929" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-16.35.32-1024x557.jpeg" alt="" width="640" height="348" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-16.35.32-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-16.35.32-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-16.35.32-768x417.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-16.35.32.jpeg 1150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>“Imagem e Semelhança”, que reúne 16 trabalhos produzidos de 2022 a 2025, será aberta para visitação na quinta-feira, 2 de julho</p>
<p>Esculturas, gravuras e arte têxtil estão presentes na exposição “Imagem e Semelhança”, que a artista paranaense Heloisa Panuci abre no dia 2 de julho na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. Moradora da Capital de SC, a artista teve o projeto selecionado na Chamada Pública Paulo Gaiad 2026 – 1ª exposição individual, e a abertura está marcada para às 19h. A entrada é gratuita.</p>
<p>A exposição, resultado de três anos de pesquisa, é marcada pela relação entre imagem, materialidade e a formação católica da artista. “No catolicismo, há essa noção de uma irreconstituição frente ao original, que fica no campo do divino e absoluto. O próprio humano é feito à semelhança moral de Deus, e é uma lógica que atravessa as formas de devoção: como as imagens santas e a materialidade que as constituem tentam, em vão, substituir”, explica a artista.</p>
<p>Heloisa reconhece que a pesquisa desenvolvida por ela pode gerar leituras diversas, especialmente por incorporar simbologias de forma crítica. “Fico curiosa como a exposição pode ser recebida pois, visto que tive uma criação muito católica, acabo incorporando como simbologia/método em várias obras de formas disruptivas e às vezes até críticas. Da minha parte, não se trataria de algum desrespeito ou algo do tipo. Trabalho até sob a perspectiva do registro de um afeto por conviver com imagens de santos, hábitos de devoção, e como esse entorno afetou profundamente minha relação com imagem e materialidade &#8211; por isso o nome ‘Imagem e Semelhança’”, compartilha a artista.</p>
<p>As 16 obras produzidas entre 2022 e 2025 já foram apresentadas isoladamente em exposições coletivas, mas nunca antes reunidas em um único espaço. “A tônica entre a constituição das obras é o orgânico, seja matéria, sejam modos de viver, e a tentativa de reconstituição por meio do artifício. Trago sudários, materiais e imagens análogas a carnes e peles, e a instrumentalização de objetos e móveis do cotidiano”, afirma a artista.</p>
<p>Heloisa destaca ainda que a mostra também fala de relíquia, da relação de substituição direta entre o material orgânico de algum santo e a presença divina deste. “Nessa pesquisa, entra como modo de pensar e método de produção artística, visto que assumo o artifício no fazer artístico como busca sempre falha da reconstituição do orgânico e do hábito que, sendo humano e orgânico, é findo, a gerar apenas vestígios daquilo que já foi”, salienta.</p>
<p>“Imagem e Semelhança” poderá ser visitada até 20 de agosto de segunda a sexta das 13h às 19h e sábados, das 10h às 16h, na Fundação Cultural Badesc fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.</p>
<p>“É a primeira vez que reúno um volume tão grande da minha produção em um único espaço. O edital para a primeira exposição individual é uma oportunidade muito bacana, pela qual fico muitíssimo grata de ser contemplada”, completa a artista.</p>
<p>Sobre a artista<br />
Heloisa Panuci, nascida em Curitiba/PR, é artista-acumuladora, bacharela em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (PPGAV/UDESC). Trabalha no hibridismo entre a gravura, assemblagens e instalações, a explorar a prática artística como produtora de vestígios. Pesquisa instâncias da subjetividade como ficção, na manipulação de materialidades e signos do entorno. Participou de exposições coletivas em Curitiba, Brasília, São Paulo, Limeira, Ribeirão Preto, Leme, Lisboa e Chillán.</p>
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		<title>Olhar sensível de Clara Fernandes ocupa Jardim da Fundação Cultural Badesc</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:30:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição “O Jardim também sonha”, com curadoria de Victoria Beatriz, abre na quinta, dia 16 de julho; entrada é gratuita &#160; Observação de elementos simples do cotidiano e um olhar sensível dos ciclos da natureza estão presentes nos trabalhos da artista Clara Fernandes, que abre na quinta-feira, dia 16 de julho, a exposição “O Jardim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-35976 size-full" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-13.35.06.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-13.35.06.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-13.35.06-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-13.35.06-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-09-at-13.35.06-768x417.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></p>
<p>Exposição “O Jardim também sonha”, com curadoria de Victoria Beatriz, abre na quinta, dia 16 de julho; entrada é gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Observação de elementos simples do cotidiano e um olhar sensível dos ciclos da natureza estão presentes nos trabalhos da artista Clara Fernandes, que abre na quinta-feira, dia 16 de julho, a exposição “O Jardim também sonha”. Com curadoria de Victoria Beatriz, a mostra inédita abre a partir das 19h no Espaço Jardim da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.</p>
<p>Formada por objetos tridimensionais, compostos na maioria por tramas de ferro e gesso, como suporte para plantas, a mostra inédita apresenta 16 obras, com dimensões e densidades bem variadas, que foram desenvolvidas pela artista a partir de 2001. Entre os trabalhos apresentados estão a instalação ‘Efêmera’, que foi inspirada nas flores brancas que surgem da árvore Embiruçu, planta presente no jardim da casa e ateliê da artista no bairro Ratones, em Florianópolis.</p>
<p>“Essas flores, que aparecem à noite e permanecem pouco tempo, se destacam na escala cromática de todo ambiente. E as obras trazem um contraste entre cheio e vazio, leve e pesado, mesmo se tratando dos mesmos elementos”, explica Clara.</p>
<p>A curadora destaca que a artista está sempre percebendo como as árvores crescem, como precisam de água, como todo o sistema precisa funcionar para que aquilo aconteça. “Clara observa como os organismos criam condições para que outras vidas existam. Mais do que representar a natureza, interessa-lhe compreender seus modos de agir, uma tecnologia da própria vida. Por isso, acho bonita essa sensibilidade da Clara em relação à ecologia. A gente consegue perceber certas formas, certos movimentos, que depois vão contribuir para a própria trama das obras”, compartilha Victoria.</p>
<p>Essa será a quarta vez que a artista participa de exposições na Fundação Cultural Badesc. Foram duas individuais, “LUME”, em 2009, e “Epifânicas”, em 2015, e a coletiva “Exaptações – Jardim”, em 2024.</p>
<p>Para Clara Fernandes, ocupar o Jardim da Fundação Cultural Badesc é um exercício que envolve tanto os desafios do espaço e das condições climáticas quanto as possibilidades de ampliar o alcance da exposição. “Ao ser convidada para essa mostra, no Jardim, senti o desafio, no tempo do inverno, sujeito a ventos e chuvas, numa época pessoal onde busco estabilidade e permanência, dada minha juventude. Mas ao sair no espaço externo do atelier, percebi toda essa criação que mantenho, uma verdadeira vida expandida, pensei em fazer ao Jardim da Fundação uma visita do meu jardim”, completa a artista.</p>
<p>A exposição “O Jardim também sonha” poderá ser visitada até 15 de outubro de 2026, de segunda a sexta, das 13h às 19h. A Fundação Cultural Badesc fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis/SC.</p>
<p>Sobre a artista<br />
Clara Fernandes, natural de São Paulo, estudou Psicologia na PUC/SP e Jornalismo na Escola de Comunicações e Artes da USP. Vive e trabalha em Florianópolis desde 1983. Participa desde 1985 de mostras coletivas e individuais em diversos estados brasileiros e no exterior. A artista transita pelo campo expandido da tridimensionalidade, incorporando na fatura têxtil de sua poética tipos singulares de tramas. Estas obras se associam ao refugo industrial protagonizando fios de metal, aço, cobre; ora se combinam com uma miríade de elementos que vão desde galhos, musgos, sementes, fibras orgânicas aos vestígios da memória das coisas ordinárias.</p>
<p>Sobre a curadora<br />
Victoria Beatriz é curadora, pesquisadora, arte-educadora e artista visual. Bacharela em Artes Visuais e graduanda em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Trabalhou na conservação de acervos no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) e no Museu de Imagem e Som (MIS), como estagiária do Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (ATECOR) (2019-2021), integrou o projeto ARKHÉ: Arquivos e Acervos de Artes Visuais (2021–2023), foi assistente de curadoria e produção na Galeria de Arte Helena Fretta e coordenou a Residência Artística e de Pesquisa Paulo Gaiad (2023). Realizou curadoria na exposição “Matéria Prolífica”, do artista Paulo Gaiad, na Fundação Cultural Badesc, fez acompanhamento curatorial na Residência Artística Arsenalia, resultando na curadoria da exposição Modos de Fazer Arsenais, no Centro Cultural Veras e integrou a equipe curatorial da exposição Arquipélagos; memórias líquidas, no MASC. Foi curadora da Galeria Mínima durante o ano de 2025. Atualmente, é arte-educadora na Fundação Cultural Badesc e curadora independente.</p>
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		<title>Artista Giovana Tartas traz memórias rurais na primeira exposição individual</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 21:59:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra “Antes de Voltar a Terra” será aberta na quinta, dia 7 de maio, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis A paisagem que moldou a infância da artista chapecoense Giovana Tartas serve de ponto de partida para a exposição “Antes de Voltar a Terra”, que abre na quinta-feira, 7 de maio, na Fundação Cultural Badesc, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35750 size-full" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></p>
<p>Mostra “Antes de Voltar a Terra” será aberta na quinta, dia 7 de maio, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis</p>
<p>A paisagem que moldou a infância da artista chapecoense Giovana Tartas serve de ponto de partida para a exposição “Antes de Voltar a Terra”, que abre na quinta-feira, 7 de maio, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. Reunindo pinturas e cerâmicas inéditas, a mostra transforma memórias do cotidiano rural em uma investigação sobre território, trabalho e as tensões que atravessam a construção da paisagem. A abertura da mostra selecionada na Chamada Pública Paulo Gaiad 2026 – 1ª exposição individual começa a partir das 19h e a entrada é gratuita.</p>
<p>Pensada em colaboração com o curador Guilherme Brollo, a exposição revisita o interior do Norte do Rio Grande do Sul para explorar como afetos, disputas históricas e dinâmicas do capital moldam o campo brasileiro. “Nessa exposição busquei construir um espaço de tensão entre memória e paisagem. Reunindo 13 pinturas e cerâmicas, a mostra retoma o cotidiano rural da minha família e explora temas como transitoriedade, trabalho e território”, afirma a artista.</p>
<p>Para Giovana, o campo não aparece como cenário romântico, mas como território marcado por camadas de violência e transformação. “Ao revisitar memórias familiares ligadas ao cotidiano rural, busco tensionar a forma como essas narrativas são frequentemente romantizadas, trazendo à tona camadas de trabalho, deslocamento e transformação da paisagem”, compartilha.</p>
<p>A artista destaca ainda que o projeto parte de vivências pessoais, mas busca alcançar uma dimensão coletiva. “É uma elaboração para pensar a memória não apenas como lembrança, mas como um gesto crítico, capaz de implicar responsabilidade e reflexão sobre as formas de habitar a terra e o território”, ressalta.</p>
<p>A exposição, que marca a estreia individual de Giovana Tartas na Fundação Cultural Badesc ocupará o Espaço Paulo Gaiad e poderá ser visitada até 25 de junho. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h, e aos sábados, das 10h às 16h, na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis. A entrada é gratuita.</p>
<p>Sobre a artista<br />
Giovana Tartas, natural de Chapecó/SC, é formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e atua como artista visual, pesquisadora e produtora cultural. Desenvolve investigações no entremeio da cerâmica e da pintura, explorando temas como transitoriedade, matéria, carne e memória. Seu trabalho tensiona processos e materialidades, articulando diferentes suportes e linguagens em narrativas sensíveis.</p>
<p>Sobre o curador<br />
Guilherme Brollo, natural de Curitiba/PR, é artista e curador, licenciado e bacharelando em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Editor-chefe do Jornal Sem Gosto, realizou estágio no Museu de Arte da UFPR (MusA), atuando no núcleo educativo e na produção cultural. Como curador, destaca as exposições “Geraldo Leão: a cor das coisas”, sobre Geraldo Leão, e “a.finidade”, realizada na Galeria DeArtes na Universidade Federal do Paraná.</p>
<p>Serviço: Exposição “Antes de Voltar a Terra”, de Giovana Tartas<br />
Abertura: 7 de maio – quinta-feira, às 19h<br />
Local: Jardim da Fundação Cultural Badesc (Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro &#8211; Florianópolis/SC)<br />
Visitação: até 25 de junho, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h, e aos sábados, das 10h às 16h<br />
Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/artista-giovana-tartas-traz-memorias-rurais-na-primeira-exposicao-individual/">Artista Giovana Tartas traz memórias rurais na primeira exposição individual</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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		<title>Exposição revisita Manuel Bandeira para repensar a paisagem contemporânea</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/exposicao-revisita-manuel-bandeira-para-repensar-a-paisagem-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:59:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Inspirada no poema do escritor brasileiro, a coletiva “O Que Eu Vejo É O Beco” vai reunir dez artistas no Jardim da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; abertura será em 2 de abril &#160; A partir do poema “O Beco”, de Manuel Bandeira, a exposição “O Que Eu Vejo É O Beco” propõe um deslocamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35675 aligncenter" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1-300x163.jpeg" alt="" width="696" height="378" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1-768x417.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1.jpeg 1150w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p>Inspirada no poema do escritor brasileiro, a coletiva “O Que Eu Vejo É O Beco” vai reunir dez artistas no Jardim da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; abertura será em 2 de abril</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir do poema “O Beco”, de Manuel Bandeira, a exposição “O Que Eu Vejo É O Beco” propõe um deslocamento do olhar: do horizonte amplo para o espaço estreito, cotidiano e muitas vezes invisível. Com curadoria de Kamilla Nunes, a mostra, que vai ocupar o Espaço Jardim da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis, abre às 19h da quinta-feira, 2 de abril, com entrada gratuita.</p>
<p>Reunindo trabalhos de Bruna Granucci, Diane Spagnuelo, Gustavo Scheidt, Jessica Pellegrini, Mariana Colin, OTropicalista, Raquel Stolf, Sara Ramos e Tainá Sant’ana, a exposição vai apresentar obras que tensionam a ideia de paisagem e evidenciam suas camadas de disputa, memória e presença. As proposições dos artistas que incluem objetos, instalações, intervenções e experimentações sonoras e visuais, convidam o público a um olhar situado, atento às fricções entre corpo, cidade e território.</p>
<p>A curadora explica que o poema de Manuel Bandeira funciona como ponto de partida para questionar a paisagem idealizada, ampla e harmônica, frequentemente associada ao horizonte. Em contraposição, o beco surge como metáfora do espaço vivido: estreito, residual, marcado por limites e por aquilo que muitas vezes não se escolhe ver.</p>
<p>Segundo Kamilla Nunes, o olhar não parte do privilégio da vista ampla, mas da condição concreta do corpo situado. “Como nos diz Edouard Glissant, ‘precisamos lidar com um fato: nossa localização é inescapável. O lugar é crucial’. Por isso, o convite para os artistas desta exposição se deu para que possamos lidar, muitas vezes, com o aparente incontornável: da vida, da paisagem, do jardim, da cidade, da casa, do beco e do corpo. É na fricção entre esses lugares, sobretudo entre o jardim e o beco, que essa exposição se constrói: com objetos performáticos, instalações efêmeras, deslocamentos de paisagens, arestas moventes, intervenções que desestabilizam o olhar e obras que reivindicam memórias silenciadas”, compartilha a curadora.</p>
<p>Ao ser instalada no jardim, a mostra cria um encontro entre dois espaços simbólicos: o beco e o jardim. O primeiro convoca a atenção para o que é marginalizado; o segundo introduz a temporalidade do cultivo, da permanência e da transformação lenta. Nesse cruzamento, os trabalhos dos dez artistas vão construir percursos, interrupções e presenças que ampliam a percepção da paisagem como território vivo, político e compartilhado.</p>
<p>A coletiva “O Que Eu Vejo É O Beco” ficará aberta para visitação até 26 de junho, sempre de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h. A Fundação Cultural Badesc está localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis/SC.</p>
<p>Serviço: Exposição “O Que Eu Vejo É O Beco”, curadoria de Kamilla Nunes<br />
Abertura: 2 de abril – quinta-feira, às 19h<br />
Local: Espaço Jardim da Fundação Cultural Badesc (Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro &#8211; Florianópolis/SC)<br />
Visitação: até 26 de junho, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h<br />
Entrada gratuita</p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/exposicao-revisita-manuel-bandeira-para-repensar-a-paisagem-contemporanea/">Exposição revisita Manuel Bandeira para repensar a paisagem contemporânea</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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		<title>“Cartografias das Reexistências” é a primeira individual de Renata Felinto em SC</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 16:46:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra inédita, que reúne obras produzidas entre 2000 e 2021 e tensiona narrativas coloniais existências e experiências de pessoas negras, abre dia 30 de abril na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; entrada é gratuita A primeira exposição individual da artista Renata Felinto em Santa Catarina, “Cartografias das Reexistências”, vai reunir pinturas, fotografias, fotomontagens, vídeos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35711 " src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site.png" alt="" width="804" height="437" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site.png 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site-300x163.png 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site-1024x557.png 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site-768x417.png 768w" sizes="auto, (max-width: 804px) 100vw, 804px" /></i></p>
<p><i>Mostra inédita, que reúne obras produzidas entre 2000 e 2021 e tensiona narrativas coloniais existências e experiências de pessoas negras, abre dia 30 de abril na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; entrada é gratuita</i></p>
<p>A primeira exposição individual da artista Renata Felinto em Santa Catarina, “Cartografias das Reexistências”, vai reunir pinturas, fotografias, fotomontagens, vídeos e ações performáticas. A mostra, que propõe um percurso articulado por diferentes séries, materialidades e temporalidades, evidenciando continuidades, deslocamentos e permanências que estruturam a pesquisa da artista, abre na quinta-feira, 30 de abril, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.</p>
<p>Com curadoria de Juliana Crispe, a individual apresentará ao público um amplo conjunto de obras que atravessam mais de duas décadas da produção da artista. A mostra se apresenta como uma proposição inédita ao reorganizar trabalhos produzidos entre 2000 e 2021, revelando a complexidade das investigações visuais e conceituais que marcam a trajetória da artista, natural de São Paulo.</p>
<p>Entre os conjuntos que integram a mostra está a série “Re-Existindo”, que reúne obras como “Filhos de Cam”, “Made in Brazil”, “A/C do Pai”, “Em nome de quem” e “Matriarcas”, criadas a partir do álbum fotográfico familiar da artista e que abordam a dimensão de existir novamente, fundamental para compreender os desafios do povo negro na afro-diáspora e seus processos de recriação cultural e humana.</p>
<p>A exposição apresentará também a série “Afro Retratos”, com trabalhos como “Fase Africana – Angolana”, “Muíla” e “Fase Asiática – Chinesa”, nas quais Renata Felinto explora as múltiplas identidades que a constituem, recusando leituras congeladas de africanidade.</p>
<p>Já no projeto “Também Quero Ser Sexy”, que reúne pinturas como “Renata Monroe”, “Renata Basinger” e “Renata Bardot”, além da fotografia e vídeo “White face and blonde hair”, a artista questiona a branquitude enquanto padrão e a naturalização do racismo recreativo. A mostra inclui ainda obras como “Fada Gestante”, “Ori Inu”, “Dias de Luta, Dias de Amar” e a série “Gritem-me Negra!”, com homenagens a Makota Valdina, Raquel Trindade e Tula Pilar.</p>
<p>Renata explica que ao tratar dos regimes coloniais de visibilidade que historicamente produziram estereótipos, silenciamentos e violências sobre o povo negro, especialmente sobre as mulheres negras, “Cartografias das Reexistências” afirma outras possibilidades de existência, espiritualidade, desejo e autoinscrição. As mulheres negras aparecem não como categoria homogênea, mas como corpo coletivo atravessado por múltiplas experiências, memórias e temporalidades.</p>
<p>“Ao reconstruir narrativas e enfrentar silêncios históricos, a exposição propõe a construção de imaginários comprometidos com justiça social e valorização das experiências negras, especialmente as de mulheres/ mulheridades. A mostra se afirma como um dispositivo de educação antirracista, ao produzir deslocamentos nos modos de aprender, ensinar e imaginar as experiências negras”, compartilha a artista.</p>
<p>“Cartografias das Reexistências”, que marca a primeira individual de Renata Felinto na Fundação Cultural Badesc, bem como em Santa Catarina, poderá ser visitada até 18 de junho. A visitação pode ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h e aos sábados, das 10h às 16h, na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. A entrada é gratuita. Como parte das atividades da exposição, na quarta-feira, 6 de maio, às 19h30, será realizada uma Roda de Conversa com a participação da artista e da curadora.</p>
<p>“Espero que o público seja convocado a um exercício de desaprendizagem do racismo estrutural e epistemológico, permitindo-se atravessar pelas obras e pelas questões que elas colocam”, completa Renata.</p>
<p><b>Sobre a artista:</b></p>
<p>Renata Felinto é artista visual, pesquisadora e professora afro-diaspórica. Doutora e mestra em Artes Visuais pela UNESP, bacharel em Artes Plásticas pela mesma instituição, com especialização em Curadoria e Educação em Museus de Arte pelo MAC/USP e formação pedagógica equivalente à licenciatura pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Realizou estágio pós-doutoral no Center for Africana Studies da University of Pennsylvania – UPenn (2023). É professora da URCA, onde atua na Licenciatura em Artes Visuais e lidera o grupo de pesquisa NZINGA (CNPq). Foi cocuradora artística e do educativo da 15ª Bienal Naïfs do Brasil (SESC), recebendo o Prêmio Miguel Arcanjo de Cultura (2021). Atuou também como curadora adjunta do Instituto Oficina de Cerâmica Francisco Brennand. Como artista, participou de exposições como Histórias Afro-Atlânticas (MASP/Instituto Tomie Ohtake), 12ª Bienal do Mercosul, Enciclopédia Negra (Pinacoteca/MAR), Empowerment (Kunstmuseum Wolfsburg) e Dos Brasis (SESC). Recebeu o Prêmio PIPA, o Prêmio Select de Arte e Educação e o 25º Salão Anapolino de Arte (2020).</p>
<p><b>Sobre a curadora:</b></p>
<p>Juliana Crispe é curadora independente, pesquisadora, arte-educadora.&nbsp;Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina. Membra da ABCA &#8211; Associação Brasileira de Críticos de Arte.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abertura: 30 de abril – quinta-feira, às 19h.<br />
Visitação: até 18 de junho, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h e aos sábados, das 10h às 16h.</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
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		<title>Cinco mil desenhos abrem o calendário expositivo da Fundação Cultural Badesc</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:46:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Desenhos de um Real – 20 anos”, do artista Diego de los Campos, selecionada no Edital 2026, abre no dia 5 de março; entrada é gratuita O calendário expositivo de 2026 da Fundação Cultural Badesc, que completa 20 anos neste ano, abre com a exposição “Desenhos de um Real – 20 anos”, do artista Diego [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35545 aligncenter" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1-300x163.jpeg" alt="" width="786" height="427" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1-768x417.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-26-at-17.56.48-1.jpeg 1150w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /></p>
<p>&#8220;Desenhos de um Real – 20 anos”, do artista Diego de los Campos, selecionada no Edital 2026, abre no dia 5 de março; entrada é gratuita</p>
<p>O calendário expositivo de 2026 da Fundação Cultural Badesc, que completa 20 anos neste ano, abre com a exposição “Desenhos de um Real – 20 anos”, do artista Diego de los Campos. Selecionada pelo Edital de Exposições 2026, a mostra celebra duas décadas do projeto desenvolvido pelo artista uruguaio. A abertura será no dia 5 de março, a partir das 19h, no Espaço Fernando Beck.</p>
<p>A exposição vai reunir cinco mil desenhos, além de vídeos que apresentam o processo de criação do projeto iniciado em 2006. Diego conta que “Desenhos de um Real” nasceu do desafio de produzir obras que pudessem ser vendidas por R$ 1,00, seguindo a lógica da produção seriada e refletindo sobre o valor do trabalho artístico.</p>
<p>Para que cada desenho pudesse ser comercializado por esse valor, Diego estabeleceu um cálculo simples: considerando R$ 20,00 por hora de trabalho, cada peça deveria ser criada em menos de três minutos. O resultado é um vasto conjunto de desenhos no formato 21 x 15 cm, realizados em diferentes técnicas, datas e abordagens, todos numerados e assinados.</p>
<p>A mostra tem como objetivo provocar reflexões sobre o valor material e simbólico da arte em um contexto social marcado por crises e disputas de sentido. “Espero que o público consiga, por um momento, sair da crise do simbólico em que vivemos e que a exposição desperte pensamento crítico e desejo utópico”, completa.</p>
<p>Segundo o artista, o projeto busca aproximar o público da arte de maneira descomplicada e cotidiana.</p>
<p>&#8220;Quero que o ato de comprar arte não seja muito diferente de comprar cebolas ou Doritos no supermercado. Depois de todo, arte também é alimento, que nutre tanto a alma quanto o intelecto. Quero que o público tenha essa experiência e que a partir dela reflita sobre o valor material das coisas, mas também sobre o valor sentimental das experiências que tem a ver com sua relação com as artes no contexto social em que vivemos&#8221;, afirma Diego.</p>
<p>Diego de los Campos já participou de exposições individuais e coletivas e edições da Entremostras na Fundação, mas esta é a primeira vez que ocupa o Espaço Fernando Beck com os “Desenhos de um Real” no Casarão. “Quero montar uma exposição que reflita todos esses anos e que mostre o amor que sinto por este trabalho, ao mesmo tempo em que manifesto o desapego numa espécie de ‘sentimento oceânico’”, completa o artista.</p>
<p>A exposição poderá ser visitada até 23 de abril na Fundação Cultural Badesc que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. A visitação gratuita poderá ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h.</p>
<p>Sobre o artista<br />
Diego de los Campos, natural de Montevidéu/Uruguai e residente em Florianópolis, é formado pela Faculdade de Artes da Universidade da República, Uruguai (1997). Desde 1999 no Brasil, foi selecionado em salões de arte contemporânea como o de Piracicaba, Ribeirão Preto, Arte Pará e o Salão de Natal, entre outros. Em 2011 expõe individualmente no Museu Victor Meirelles “Simpatia”, exposição que virou itinerante pelo Sesc de Santa Catarina. Em 2016 expõe no Museu de Arte de Blumenau, na Sala Municipal Vichietti e no Instituto Internacional Juarez Machado, a série “Antirretratos”, e no Masc, “Desenhos de um Real”, 4 mil desenhos feitos em menos de 3 minutos cada, para serem vendidos por um Real. Indicado ao Prêmio Pipa de 2019 e selecionado no Rumos Itaú Cultural 2020-2021. De 2010 a 2020 formou parte do Coletivo Artístico Nacasa onde teve seu ateliê, deu cursos e organizou exposições como o alternativo XI Salão Nacional Victor Meirelles. Desde 2020 integra o Grupo Cena 11 Cia de Dança na operação e criações em vídeo e som e na criação e programação de objetos, instrumentos, e mecanismos para cena.</p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/agenda/cinco-mil-desenhos-abrem-o-calendario-expositivo-da-fundacao-cultural-badesc/">Cinco mil desenhos abrem o calendário expositivo da Fundação Cultural Badesc</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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		<title>Mulheres mais velhas são protagonistas da mostra de Karine Abbati em Florianópolis</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/exposicao/mulheres-mais-velhas-sao-protagonistas-da-mostra-de-karine-abbati-em-florianopolis/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 21:00:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Exposição Estranhamento do Possível]]></category>
		<category><![CDATA[karine Abbati]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Estranhamento do Possível”, selecionada na Chamada Pública Paulo Gaiad 2026 – 1ª exposição individual da Fundação Cultural BADESC, abre na quinta, 12 de março, com entrada gratuita Pinturas em diferentes formatos que propõem uma reflexão sobre a velhice feminina integram a mostra “Estranhamento do Possível”, da artista Karine Abbati, que abre no dia 12 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-35578 aligncenter" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-17.13.56-300x163.jpeg" alt="" width="761" height="413" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-17.13.56-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-17.13.56-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-17.13.56-768x417.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-17.13.56.jpeg 1150w" sizes="auto, (max-width: 761px) 100vw, 761px" /></p>
<p>“Estranhamento do Possível”, selecionada na Chamada Pública Paulo Gaiad 2026 – 1ª exposição individual da Fundação Cultural BADESC, abre na quinta, 12 de março, com entrada gratuita</p>
<p>Pinturas em diferentes formatos que propõem uma reflexão sobre a velhice feminina integram a mostra “Estranhamento do Possível”, da artista Karine Abbati, que abre no dia 12 de março, às 19h, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. A exposição, selecionada na Chamada Pública Paulo Gaiad 2026 – 1ª exposição individual, reúne nove obras inéditas que colocam mulheres mais velhas como protagonistas e convidam o público a repensar os estigmas associados a gênero e idade.</p>
<p>As obras, produzidas entre o final de 2025 e o início de 2026, apresentam cenas que destacam a presença e a vitalidade de mulheres mais velhas, rompendo com a ideia de que a velhice feminina deve ocupar lugares discretos ou secundários. “A exposição apresenta pinturas que colocam mulheres mais velhas no centro da cena, questionando por que ainda causa estranhamento vê-las vivendo com autonomia, humor e liberdade”, explica Karine.</p>
<p>Uma das obras se desdobra em videoinstalação, ampliando a experiência do público durante a visitação. Para a artista, o desconforto não está nas imagens, mas na forma como fomos ensinados a olhar. “Quero que o público entre com um olhar questionador, pensando por que é difícil ver essas mulheres nesses locais, dessa maneira e nessa posição. Que essas cenas sejam um disparador para novas perguntas”, compartilha.</p>
<p>A curadoria de “Estranhamento do Possível” é assinada por Livia Auler e a visitação da mostra no Espaço Paulo Gaiad poderá ser feita até 30 de abril. A Fundação fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. O horário de visitação é das 13h às 19h, de segunda a sexta.</p>
<p>Embora esta seja sua primeira exposição como artista na Fundação Cultural Badesc, Karine já esteve ligada ao espaço anteriormente como curadora de duas exposições. “Sempre quis expor aqui. A Fundação é um lugar que frequento e já havia tentado a seletiva há três anos. Neste ano cheguei com uma nova proposta e com uma produção nova que fiz pensando especificamente nesse espaço”, completa a artista.</p>
<p>Sobre a artista<br />
Karine Abbati, que vive e trabalha em Florianópolis/SC, começou a pintar em 2020, e em 2021 ingressou no curso de bacharelado em Artes Visuais na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Pesquisa narrativas de gênero e os atravessamentos entre corpo, memória e imagem. Em suas obras, investiga modos de tensionar os olhares normativos e as estruturas de exclusão. Por meio de cenas montadas, colagens e justaposições de imagens, desenvolve o que chama de “pinturas performáticas”, gestos que encenam o estranhamento como ferramenta crítica enquanto fabulam novas possibilidades de existência.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Abertura Exposição “Estranhamento do Possível”, de Karine Abbati&nbsp;<br />
<strong>Data:</strong> 12 de março – quinta-feira, às 19h<br />
<strong>Local:</strong>&nbsp;Fundação Cultural Badesc (Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis/SC)<br />
Visitação gratuita até 30 de março de 2026 (de segunda a sexta, das 13h às 19h)</p>
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		<title>Confira o Resultado da Chamada Pública Espaço Paulo Gaiad 2026</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/exposicao/confira-o-resultado-da-chamada-publica-espaco-paulo-gaiad-2026/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 11:36:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[CHAMADA PÚBLICA]]></category>
		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[chamada pública Paulo Gaiad]]></category>
		<category><![CDATA[Resultado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltada especialmente para artistas visuais de Santa Catarina que ainda não realizaram exposições individuais, a Chamada Pública Paulo Gaiad 2026 – 1ª exposição individual recebeu nesta edição a inscrição de 41 projetos, nas mais diversas linguagens visuais de sete cidades catarinenses: Blumenau, Chapecó, Florianópolis, Governador Celso Ramos, Nova Veneza, Palhoça e São José. Quatro delas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-35549 size-full" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-27-at-08.27.43.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-27-at-08.27.43.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-27-at-08.27.43-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-27-at-08.27.43-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-27-at-08.27.43-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></p>
<p>Voltada especialmente para artistas visuais de Santa Catarina que ainda não realizaram exposições individuais, a Chamada Pública Paulo Gaiad 2026 – 1ª exposição individual recebeu nesta edição a inscrição de 41 projetos, nas mais diversas linguagens visuais de sete cidades catarinenses: Blumenau, Chapecó, Florianópolis, Governador Celso Ramos, Nova Veneza, Palhoça e São José. Quatro delas foram selecionadas e terão a oportunidade de ocupar o Espaço Paulo Gaiad ao longo de 2026 na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.</p>
<p>A comissão composta por colaboradores da Fundação avaliou os projetos inscritos e selecionou os artistas:</p>
<ul>
<li>Giovana Tartas, com o projeto “Antes de Voltar a Terra”</li>
<li>Guilherme Bruschi, com a exposição “Outros Tipos de Palavras”</li>
<li>Heloisa Panuci, com “Imagem e Semelhança”</li>
<li>Karine Abbati, com o projeto “Estranhamento do Possível”</li>
</ul>
<p>Neste ano, cada projeto escolhido receberá uma ajuda de custo no valor de R$ 1.000. A primeira exposição já tem data de abertura, será no dia 12 de março, a partir das 19h. A Fundação Cultural Badesc está localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. A visitação ao espaço é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h.</p>
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		<title>Fundação Cultural Badesc homenageia Paulo Gaiad com “Matéria Prolífica”</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 18:32:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BLOG]]></category>
		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição reúne cerca de 50 obras que exploram a relação tempo, matéria e repetição na produção do artista; abertura será na sexta-feira, 5 de dezembro A exposição “Matéria Prolífica”, dedicada à obra do artista Paulo Gaiad (1953-2016), vai ocupar todos os espaços da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis, com cerca de 50 obras. A abertura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-35139 aligncenter" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-27-at-13.39.27-300x163.jpeg" alt="" width="577" height="313" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-27-at-13.39.27-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-27-at-13.39.27-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-27-at-13.39.27-768x417.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-27-at-13.39.27.jpeg 1150w" sizes="auto, (max-width: 577px) 100vw, 577px" /></p>
<p>Exposição reúne cerca de 50 obras que exploram a relação tempo, matéria e repetição na produção do artista; abertura será na sexta-feira, 5 de dezembro</p>
<p>A exposição “Matéria Prolífica”, dedicada à obra do artista Paulo Gaiad (1953-2016), vai ocupar todos os espaços da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis, com cerca de 50 obras. A abertura da mostra do projeto ‘Ocupação Casa Toda’ será a partir das 19h de sexta-feira, dia 5 de dezembro. A entrada é gratuita.</p>
<p>Com curadoria de Thays Tonin, Victoria Beatriz, Rainara Sofia, Georgia Bergamin, Estela Camillo e Eduarda Andrade, a mostra é fruto de uma pesquisa desenvolvida ao longo de quase um ano no Acervo Artístico Paulo Gaiad, antigo ateliê do artista, hoje preservado pela família. Segundo as curadoras, esse mergulho no acervo permitiu revelar diferentes camadas da produção do artista, marcada por três décadas, e foi possível reunir obras que atravessam diferentes linguagens e suportes, resultado do interesse contínuo de Gaiad.</p>
<p>Entre os trabalhos reunidos para a exposição estão objetos, fotografias e desenhos, que evidenciam o uso de materiais diversos como gesso, metal e papel. “Essa multiplicidade de suportes revela a prática artística de Gaiad, marcada pela recusa em delimitar fronteiras rígidas entre pintura, escultura ou desenho”, destaca Victoria.</p>
<p><strong>Tempo, matéria e recorrência: o eixo curatorial</strong><br />
A recorrência, um aspecto transversal da obra de Gaiad, foi o ponto de partida escolhido pela curadoria para conduzir a narrativa expositiva da exposição. A repetição insistente de símbolos: a cruz, os corpos nus, a serpente, o lagarto, e o retorno contínuo de imagens e materiais apropriados, sempre reconfiguradas em novas aparições, integram os trabalhos do artista.</p>
<p>Já o título da exposição remete à ideia de algo que se multiplica e se desdobra em camadas, uma fonte inesgotável de criação presente na trajetória do artista. “Matéria Prolífica é uma oportunidade de revisitar a obra de Gaiad e perceber como suas criações se multiplicam em camadas de sentido. Cada peça carrega o vestígio da anterior, instaurando uma conversa infinita entre o artista e o tempo”, afirma Victoria, uma das curadoras do projeto.</p>
<p>A mostra enfatiza ainda a proximidade da obra do artista com ritos e gestos associados a morte, como relíquias, lápides, vestígios, que são reveladas em suas criações e dialogam com memórias íntimas e coletivas. Obras das séries como “Galícia”, “Monumento às Vítimas do Descobrimento da América” e “Divina Comédia &#8211; Inferno”, apresentam a potência crítica de Gaiad e destacam essa dimensão crítica acerca do luto.</p>
<p>Radicado em Florianópolis desde os anos 1980, o artista incorporava o desgaste e a corrosão como parte de seu processo criativo, antecipando o encontro inevitável entre tempo e matéria.</p>
<p><strong>Homenagem</strong><br />
Há dez anos, Paulo Gaiad foi o primeiro artista a ocupar todos os espaços da Fundação Cultural Badesc com a mostra “Impossibilias: memória e arquivo em Paulo Gaiad”, uma de suas últimas exposições em vida, já que veio a falecer alguns meses após a abertura, em 2016.</p>
<p>Para a curadoras, retomar essa ocupação agora é reafirmar a potência de sua obra e celebrar sua memória, mantendo viva a conversa infinita entre o artista e o tempo.</p>
<p>“Matéria Prolífica” poderá ser visitada até 19 de fevereiro de 2026 na Fundação Cultural Badesc, que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis/SC, de segunda a sexta, das 13h às 19h.</p>
<p><strong>Serviço:</strong> Abertura Exposição “Matéria Prolífica”, de Paulo Gaiad<br />
<strong>Data:</strong> 5 de dezembro – sexta-feira, às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Fundação Cultural Badesc (Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis/SC)<br />
Visitação gratuita até 19 de fevereiro de 2026 (de segunda a sexta, das 13h às 19h)</p>
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		<title>Paternalismo é tema de exposição coletiva inédita em Florianópolis</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/paternalismo-e-tema-de-exposicao-coletiva-inedita-em-florianopolis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BLOG]]></category>
		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Artistas de oito estados brasileiros participam da mostra “Pater; sobre pertences vivos” que abre dia 9 de outubro na Fundação Cultural Badesc Propondo uma reflexão crítica sobre o paternalismo como estrutura que atravessa relações íntimas, sociais e institucionais, a coletiva “Pater; sobre pertences vivos”, será aberta na quinta-feira, dia 9 de outubro, na Fundação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/paternalismo-e-tema-de-exposicao-coletiva-inedita-em-florianopolis/">Paternalismo é tema de exposição coletiva inédita em Florianópolis</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-35030" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-02-at-13.16.03-1.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-02-at-13.16.03-1.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-02-at-13.16.03-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-02-at-13.16.03-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-02-at-13.16.03-1-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /><br />
Artistas de oito estados brasileiros participam da mostra “Pater; sobre pertences vivos” que abre dia 9 de outubro na Fundação Cultural Badesc</p>
<p>Propondo uma reflexão crítica sobre o paternalismo como estrutura que atravessa relações íntimas, sociais e institucionais, a coletiva “Pater; sobre pertences vivos”, será aberta na quinta-feira, dia 9 de outubro, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. Coordenada pelo artista visual Élcio Miazaki, a mostra, selecionada no Edital de Exposições 2025, abre a partir das 19h. A entrada é gratuita.</p>
<p>A instalação coletiva que combina vídeos, fotografias impressas, objetos, monotipias, desenhos e trabalhos sonoros vai ocupar o Espaço Fernando Beck. Os mais de 20 trabalhos são de 14 artistas que atuam nos estados do Pará, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal.</p>
<p>Inédita na Capital de Santa Catarina, a exposição que teve origem em São Paulo e já passou pelo Rio Grande do Sul, começou a ser desenvolvida em 2024 de forma independente, com curadoria orgânica entre os próprios artistas. Segundo Miazaki, muitos deles também atuam como professores, gestores de espaços autônomos e curadores.</p>
<p>Miazaki explica que a exposição procura lidar com o tema &#8216;paternalismo&#8217;, daí o nome &#8216;Pater&#8217; da exposição, como uma redução do termo. “A ideia é apontar problemas relacionados à imagem do &#8216;homem&#8217; que geralmente é cobrada pela sociedade. Mas, há também trabalhos que abordam outras questões como complemento a essa temática”, compartilha o artista.</p>
<p>Participam da mostra: Alexandre Sequeira (Belém/PA), Bruno Gold (São Paulo/SP), Bruno Romi (Santa Bárbara d’Oeste/SP), Camila Fialho (Porto Alegre/RS), Élcio Miazaki (São Paulo/SP), Gabriel Pessoto (Jundiaí/SP), João Paulo do Amaral (Belém/PA), Marcelo Amorim (Goiânia/GO), Masina Pinheiro &amp; Gal Cipreste (Rio de Janeiro/RJ), Priscila Rampin (Batatais/SP), Ralph Gehre (Três Lagoas/MS), Vicente Lima (Ribeirão Preto/SP) e Willy Caldas (Eunápolis/BA).</p>
<p><strong>Pater</strong><br />
A proposta curatorial da mostra parte da ideia de que o paternalismo, longe de ser superado, ainda opera como lógica de controle disfarçada de cuidado. As obras não apenas denunciam essa estrutura, mas também apontam caminhos de resistência e reinvenção, tanto que a mostra tensiona modelos normativos de masculinidade e autoridade, e abre espaço para vozes historicamente silenciadas: mulheres, pessoas não brancas, LGBTQIAP+, crianças e outras camadas historicamente silenciadas.</p>
<p>Miazaki, que vai expor pela primeira vez na Fundação, espera que as trocas de experiências sejam gratificantes. “Essa será minha primeira vez neste espaço que as pessoas dentro da área das artes falam muito bem. Quanto ao público visitante, espero que possamos fazer grandes trocas de experiências, sejá com outros artistas e profissionais, bem como estudantes e mesmo pessoas que não sejam da área”, comenta.</p>
<p>O único artista do grupo que já esteve na instituição é Alexandre Sequeira, ele foi curador da mostra “Topografias da imaginação”, resultado de residência artística realizada pela Fundação em 2022.</p>
<p>A exposição “Pater; sobre pertences vivos” poderá ser visitada até 26 de novembro na Fundação Cultural Badesc que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. A visitação é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta das 13h às 19h e aos sábados, das 10h às 16h.</p>
<p>Serviço: Abertura “Pater; sobre pertences vivos”<br />
Data: 9 de outubro &#8211; quinta-feira, às 19h<br />
Local: Espaço Fernando Beck na Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro, Florianópolis/SC)<br />
Visitação até 26 de novembro de 2025<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>João Matheus abre exposição individual na Fundação Cultural Badesc</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/joao-matheus-abre-exposicao-individual-na-fundacao-cultural-badesc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 11:20:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BLOG]]></category>
		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Várias Variáveis” apresenta 16 pinturas inéditas e propõe uma reflexão sobre o fazer pictórico como forma de experienciar a vida; abertura será no dia 2 de outubro Pinturas em suportes tradicionais, como tela e papel, integram a exposição “Várias Variáveis” do artista João Matheus, que será aberta na quinta, dia 2 de outubro, na Fundação [&#8230;]</p>
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<p>“Várias Variáveis” apresenta 16 pinturas inéditas e propõe uma reflexão sobre o fazer pictórico como forma de experienciar a vida; abertura será no dia 2 de outubro</p>
<p>Pinturas em suportes tradicionais, como tela e papel, integram a exposição “Várias Variáveis” do artista João Matheus, que será aberta na quinta, dia 2 de outubro, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. Selecionada na Chamada Pública Paulo Gaiad 2024 – 1ª exposição individual, a mostra inédita poderá ser visitada a partir das 19h. A entrada é gratuita.</p>
<p>Com curadoria de Karine Abbati, a individual, que vai apresentar 16 trabalhos produzidos entre os anos de 2023, 2024 e início de 2025, trata, principalmente, das multiplicidades de formas de experienciar a vida a partir do fazer pictórico. Segundo o artista, isso parte do afeto, de deixar-se afetar pelas mais diversas experiências vividas, de forma consciente, a fim de reinterpretá-las e materializá-las na forma de pinturas.</p>
<p>“Nesse sentido, pessoas, objetos, paisagens, espaços e o próprio fazer pictórico se articulam nas composições e no corpo do trabalho na intenção de extrapolarem o limite da pintura e atingirem de forma reflexiva o imaginário de quem experiencia a exposição. Seja pela possibilidade ficcional que se apresenta ou pela relação formal, processual e conceitual entre os trabalhos”, compartilha.</p>
<p>O conjunto de pinturas, que estarão expostas no Espaço Paulo Gaiad, serão interligadas por uma pequena pintura abstrata, intitulada “A lida”. De acordo com João Matheus, a obra carrega uma carga matérica que foi construída ao longo de dois anos com o acúmulo de tinta gerado no processo de criação dos trabalhos que compõem a exposição. Isso significa que ela carrega, literalmente, a matéria dos demais, como se fosse um depósito de tempo, gesto e memória.</p>
<p>“Busco refletir sobre esse acúmulo não somente pela junção de tinta que cria a densidade matérica, mas também no acúmulo de camadas, sentidos, significações, tempo e histórias que os trabalhos num geral e eu compartilhamos neste processo, num caminho de transformações que permite novas significações no contato com os espectadores”, explica João.</p>
<p>Primeira individual<br />
Natural de Lages, região serrana de Santa Catarina, João Matheus lembra que quando vivia na cidade de Otacílio Costa, também no interior de SC, não imaginava em um dia apresentar uma exposição como essa.</p>
<p>“Este é um momento de imensa gratidão e realização por poder apresentar a minha primeira individual, ainda mais porque ela agrupa pinturas que de certa forma sintetizam de forma certeira minha investigação e produção, de forma fiel e comprometida, em pintura”, compartilha o artista, que em 2023 participou da coletiva O Sul São Meus Pais, apresentada no Espaço Fernando Beck, também na Fundação.</p>
<p>“Várias Variáveis” poderá ser visitada até 26 de novembro, de segunda a sexta, das 13h às 19h e aos sábados, das 10h às 16h. A entrada é gratuita e a Fundação Cultural Badesc fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.</p>
<p>Sobre o artista<br />
João Matheus é artista visual, natural de Lages/SC, mas que viveu em Otacílio Costa/SC até se mudar para Florianópolis/SC, onde vive e trabalha desde 2022. Estudante do Bacharelado em Artes Visuais pela UDESC/CEART, onde teve a oportunidade de ser bolsista de pesquisa e extensão durante três anos orientado pela Prof.ª Titular. Dr.ª Jociele Lampert, no Estúdio de Pintura Apotheke, no qual integra o grupo de estudos. Tem sua investigação e produção pictórica desde 2021 e vem participando regularmente de exposições em espaços institucionais e não institucionais nos últimos anos, compondo também coleções dentro e fora de seu estado, Santa Catarina, assim como fora do Brasil.</p>
<p>Serviço: Abertura “Várias Variáveis”, de João Matheus<br />
Data: 2 de outubro &#8211; quinta-feira, às 19h<br />
Local: Espaço Paulo Gaiad na Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro, Florianópolis/SC)<br />
Visitação até 26 de novembro de 2025<br />
Entrada Gratuita</p>
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