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O NÔMADE E O SEDENTÁRIO

DIANE SBARDELOTTO

ESPAÇO 2 | 23 DE JUNHO A 28 DE JULHO DE 2016

As obras tratam de investigações como objeto-roupa-pintura-escultura e fotoperformance. O trabalho é permeado por questões do disforme, repetição, maleabilidade, pensadas a partir dos conceitos de nomadismo e sedentarismo. Subjetividades que possuem referência na experiência laboral em uma fábrica têxtil, cuja observação da árdua rotina transparece na pintura sob insinuações de graxa e sangue. Diane Sbardelotto é formada em Artes Visuais pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó e Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Natural de Tigrinhos/ SC, vive e produz em Porto Alegre/RS.

Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto. O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto (20)
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
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Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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APRESENTAÇÃO

Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.

De repente se deu conta do descompasso entre o desejo de se determinar o espaço das árvores e o curso próprio da liberdade dessas. A circunscrição de metal esperava um corpo não tão esguio, ora, havia a expectativa de que se tornasse bojuda, farta em seu preenchimento. Mas nem por isso. O resultado fora o inicial esgarçamento do metal. Ele poderia ser arrebentado e a liberdade diria basta à idealidade roubadora da expansão. O resultado, porém, é a fusão da carne da árvore a engolir a ferragem, a deixá-la existir. O tronco se mescla à imaginação restritiva, a existência arbórea se torna o vestido do esqueleto que passa a envolver. A planta se faz roupa anômala do corpo que lhe fora imposto.

Cesar Kiraly

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