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	<title>Arquivo de fernando boppré - Fundação Cultural Badesc</title>
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		<title>Caçadores e Coletores ou No Fine Arts</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2015 15:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Caçadores e Coletores ou No Fine Arts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição coletiva sobre homens do sambaqui abre quinta-feira na Fundação Cultural Badesc Com a curadoria de Fernando Boppré, a exposição coletiva Caçadores e Coletores ou&#160;No Fine Arts&#160;abre na quinta-feira, (17/09), a partir das 19h, no Espaço 2, na Fundação Cultural Badesc. O trabalho reúne fotografias, vídeos e objetos de 11 artistas&#160; que homenageiam os povos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2015/09/Convite_WEB_Caçadores-e-Coletores-No-Fine-Arts.jpg" rel="lightbox[4144]"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-4145 aligncenter" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2015/09/Convite_WEB_Caçadores-e-Coletores-No-Fine-Arts.jpg" alt="Convite_WEB_Caçadores-e-Coletores-(No-Fine-Arts)" width="384" height="256"></a></p>
<p style="text-align: center;">Exposição coletiva sobre homens do sambaqui abre quinta-feira na Fundação Cultural Badesc</p>
<p>Com a curadoria de Fernando Boppré, a exposição coletiva Caçadores e Coletores ou&nbsp;<i>No Fine Arts</i>&nbsp;abre na quinta-feira, (17/09), a partir das 19h, no Espaço 2, na Fundação Cultural Badesc. O trabalho reúne fotografias, vídeos e objetos de 11 artistas&nbsp; que homenageiam os povos ameríndios pré-históricos, os chamados homens do sambaqui, que ocuparam o território litorâneo brasileiro há milhares de anos.</p>
<p>Ana Viegas, Lengo D&#8217;Noronha, Carla Linhares, Charles Steuck, Egídio Rocci, Felipe Vernizzi, Guto Kuerten, Leandro Lopes de Souza, Radji Schucman, Sandra Correia Fávero e Sérgio Vignes são os artistas envolvidos no projeto inédito que contempla em sua maior parte fotografias “Eu considerei que o procedimento de coletar e caçar na atualidade &#8211; &nbsp;isso no interior do campo artístico, também se faz por meio de instrumentos modernos como a câmera fotográfica e a de vídeo”, declara Boppré.</p>
<p>De acordo com Boppré,&nbsp;Caçadores e Coletores ou&nbsp;<i>No Fine Arts</i>&nbsp;surgiu após uma visita ao museu do Homem do Sambaqui Padre Alfredo Rohr no Colégio Catarinense, em Florianópolis. “A minha formação é na área da história e eu sempre fui fascinado pelo universo da pré-história. Que homens e mulheres eram esses que transitavam por esse mesmo território onde vivemos há milhares de anos? O primeiro registro que se tem desse povo foi há aproximadamente 6.500 anos atrás. Eles tinham um hábito extremamente curioso e ainda hoje enigmático em muitos sentidos, que era o de acumular tanto seus mortos, habitações e restos de alimentação num mesmo local, esses montes elevados que hoje conhecemos como sambaquis”.</p>
<p>Com essa simbologia, Boppré acredita na constatação de que &#8220;continuamos sendo caçadores e coletores. A diferença é que temos processos industriais de larga escala, que essa caça e coleta ganhou contornos que, muitas vezes, provocam até mesmo verdadeiras hecatombes ambientais. Tendo isso em vista, eu comecei a pensar em artistas que trabalhassem com a ideia de &#8216;caça e coleta&#8217; de um modo delicado, sensível, sem ser invasivo com a natureza ou com o outro. A exposição está baseada nessa ideia, de ver a &#8216;caça e a coleta&#8217; por um viés poético, não destrutivo, mas sim construtor de sentidos e relações entre as pessoas e a natureza”.</p>
<p>Caçadores e Coletores ou&nbsp;<i>No Fine Arts</i>&nbsp;fica aberta ao público até o dia 16 de outubro na Fundação Cultural Badesc. A entrada é gratuita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p><b>O quê</b>:&nbsp;abertura da exposição coletiva&nbsp;Caçadores e Coletores ou&nbsp;<i>No Fine Arts</i>&nbsp;&#8211; curadoria Fernando Boppré</p>
<p><b>Quando:</b>&nbsp;17 de setembro, quinta-feira, às 19h</p>
<p><b>Visitação:</b>&nbsp;até 16 de outubro de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h</p>
<p><b>Onde:</b>&nbsp;Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc &#8211; Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis &#8211; Fone 3224-8846</p>
<p>Entrada gratuita</p>
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		<title>Eu e Eli: impressões sobre o Heil</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/outros-eventos/conversas/eu-e-eli-impressoes-sobre-o-heil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 18:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CONVERSAS]]></category>
		<category><![CDATA[eli heil]]></category>
		<category><![CDATA[fernando boppré]]></category>
		<category><![CDATA[ylmar corrêa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 4 de dezembro, os curadores da exposição “Barroco Bruto: Eli Heil 50 anos de arte” Fernando Boppré e Ylmar Corrêa se reúnem na Fundação Cultural Badesc Curadores e convidados da mostra Barroco Bruto discutem&#160;Eli&#160;Heil Encontro será na FCBadesc onde ocorre exposição retrospectiva da artista Os curadores da exposição&#160;Barroco Bruto, Fernando Boppré e Ylmar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2012/11/DSC_0377redimensionada.jpg" rel="lightbox[996]"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1011 alignleft" title="DSC_0377redimensionada" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2012/11/DSC_0377redimensionada-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200"></a>No dia 4 de dezembro, os curadores da exposição “Barroco Bruto: Eli Heil 50 anos de arte” Fernando Boppré e Ylmar Corrêa se reúnem na Fundação Cultural Badesc <span id="more-996"></span></p>
<p><strong>Curadores e convidados da mostra Barroco Bruto discutem&nbsp;Eli&nbsp;Heil</strong></p>
<p><em>Encontro será na FCBadesc onde ocorre exposição retrospectiva da artista</em></p>
<p>Os curadores da exposição&nbsp;<em>Barroco Bruto</em>, Fernando Boppré e Ylmar Corrêa Neto, realizam um encontro com convidados no espaço Fernando Beck, da Fundação Cultural Badesc, onde ocorre a mostra retrospectiva dos 50 anos de arte de&nbsp;Eli&nbsp;Heil. O debate em torno da obra será no dia 4 de dezembro, às 19h, com a presença de Kamilla Nunes (curadora), Marco Aurélio Ramos e Maria Emília de Azevedo (cineastas), Péricles Prade (crítico) e Giba Duarte (artista).</p>
<p>Os curadores da exposição vão falar sobre a ideia de reunir obras de coleções particulares, apresentando o que há de mais sedutor na criação deEli, compartilhando pinturas que o público, geralmente, não tem acesso. A escolha das telas foi realizada para contemplar cada década dos 50 anos de produção da artista. Segundo Fernando, também será abordado o caráter<em>outsider&nbsp;</em>de&nbsp;Eli. “Ela nunca fez o movimento em busca do circuito de arte, ao contrário, foi o circuito quem a encontrou, produzindo sua obra alheia ao movimento exterior”, diz Boppré.</p>
<p>Kamille Nunes vai tratar do aspecto autofágico na obra da homenageada, que come a si própria para “vomitar” as suas invenções. O crítico Péricles Prade abordará a origem alquímica da criação de&nbsp;Eli&nbsp;Heil e sua raiz insconsciente. Os diretores Marco Aurélio Ramos e Maria Emília de Azevedo, do documentário&nbsp;<em>O Mundo Ovo de&nbsp;Eli&nbsp;Heil</em>, realizado em 1986, vão falar sobre a proposta da narrativa cinematográfica em torno da vida e da obra da artista.</p>
<p>A intervenção fotográfica&nbsp;<em>Eli, uma historinha</em>, é uma exposição de imagens feitas por Giba Duarte. O fotógrafo apresenta a artista nos momentos iniciais da exposição, com um olhar atento à personagem fora de seu Mundo Ovo. A intervenção vai ser feita com uma projeção fotográfica e uma breve narrativa de Giba, a partir de seu ponto de vista sobre o ser humano&nbsp;Eli.<br />
<strong>O quê</strong>: Encontro Eu e&nbsp;Eli: impressões sobre Heil, com a participação Fernando Boppré e Ylmar Corrêa Neto, curadores da exposição Barroco Bruto, e convidados.<br />
<strong>Quando</strong>: 4 de dezembro, às 19h<br />
<strong>Onde</strong>: Espaço Fernando Beck da Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis.<br />
<strong>Quanto:&nbsp;</strong>gratuito</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONTATO</strong></p>
<p>Curadores:</p>
<p>Fernando Boppré&nbsp;(48) 9164-4879</p>
<p>Ylmar Corrêa&nbsp;(48) 9981-0394</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/outros-eventos/conversas/eu-e-eli-impressoes-sobre-o-heil/">Eu e Eli: impressões sobre o Heil</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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		<title>Exposição Barroco Bruto</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/exposicao/exposicao-atual-6/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 18:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[barroco bruto]]></category>
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		<category><![CDATA[Espaço Fernando Beck]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Barroco Bruto celebra 50 anos de arte de Eli Heil. Cinquenta obras representativas da produção de Eli Heil, provenientes de coleções particulares, compõem a retrospectiva. Exposição comemorativa apresenta obras de coleções particulares Cinquenta obras representativas da produção de Eli Heil, provenientes de coleções particulares, compõem a retrospectiva Barroco Bruto em comemoração a cinco décadas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Barroco Bruto celebra 50 anos de arte de Eli Heil. Cinquenta obras representativas da produção de Eli Heil, provenientes de coleções particulares, compõem a retrospectiva<i>.</i></strong></p>
<p><span id="more-913"></span></p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-914" title="barroco-bruto" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2012/11/barroco-bruto.jpg" alt="" width="520" height="380"></p>
<p><em>Exposição comemorativa apresenta obras de coleções particulares</em></p>
<p>Cinquenta obras representativas da produção de Eli Heil, provenientes de coleções particulares, compõem a retrospectiva <em>Barroco Bruto</em> em comemoração a cinco décadas de carreira da artista. A abertura é dia 8 de novembro, quinta-feira, às 19 horas, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.</p>
<p>A mostra tem uma ordem cronológica, com pinturas de 1963 a 2012 e a curadoria é de Ylmar Corrêa e Fernando Boppré. No ambiente da exposição também serão exibidos sucessivamente os documentários <em>O Mundo Ovo de Eli Heil</em>, de Marco Aurélio Ramos e Maria Emília de Azevedo, de 1986, e <em>Coração de Eli</em>, de Kátia Klock, de 2011.</p>
<p>Nascida em 1929, em Palhoça, começou a pintar em 1962. Produz pinturas, desenhos e esculturas compostas com materiais às vezes exóticos, continuamente experimentando novas técnicas. Desenvolve uma linguagem autoral.</p>
<p>“Fuga, ‘horror vacui’, prolixidade, hipérbole e rebuscamento são elementos do barroco musical, visual e literário que Eli Heil reinventou, alheia voluntariamente à arte do passado e do presente, isolada em seu ‘mundo ovo’. É barroco em estado bruto”, define Ylmar Correa.</p>
<p>Para Fernando Boppré, ”Eli criou continentes, embora habite ilha; tem gosto doce, ainda que surgida da amargura. Olhá-la é como olhar rente a um espelho d´água: as figuras e as coisas se alongam, se fundem umas nas outras e, invariavelmente, (re)formam-se diante tamanha força criativa”.</p>
<p>A artista participa de exposições no Brasil e no exterior. Vive em Florianópolis na rodovia SC-401, em Santo Antônio de Lisboa, onde mantém o museu O <em>Mundo Ovo de Eli Heil</em>, que abriga exposição permanente de sua obra.</p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/exposicao/exposicao-atual-6/">Exposição Barroco Bruto</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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