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	<title>Fundação Cultural Badesc</title>
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	<title>Fundação Cultural Badesc</title>
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		<title>Roda de Conversa com a artista Giovana Tartas</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:45:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Reunindo pinturas e cerâmicas, a mostra “Antes de Voltar a Terra”, de Giovana Tartas, transforma memórias do cotidiano rural em uma investigação sobre território, trabalho e as tensões que atravessam a construção da paisagem. Na quarta-feira, dia 24 de junho, acontece uma roda de conversa onde a artista e o curador Guilherme Brollo compartilham mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35882 " src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site-rdc-1024x557.png" alt="" width="677" height="368" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site-rdc-1024x557.png 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site-rdc-300x163.png 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site-rdc-768x417.png 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site-rdc.png 1150w" sizes="(max-width: 677px) 100vw, 677px" /></p>
<p>Reunindo pinturas e cerâmicas, a mostra “Antes de Voltar a Terra”, de Giovana Tartas, transforma memórias do cotidiano rural em uma investigação sobre território, trabalho e as tensões que atravessam a construção da paisagem.</p>
<p>Na quarta-feira, dia 24 de junho, acontece uma roda de conversa onde a artista e o curador Guilherme Brollo compartilham mais sobre os processos criativos envolvidos na mostra.</p>
<p>Com entrada gratuita, o bate-papo inicia às 16h.</p>
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		<title>Acumulação e objetos de uso cotidiano integram exposição inédita de Elke Coelho</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:12:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Elke Coelho apresenta “Algo sobre a Solidão” a partir de 25 de junho na Fundação Cultural Badesc; na data haverá uma Roda de Conversa com a artista Cerca de 20 obras, entre objetos, instalações de parede e pinturas integram a exposição “Algo Sobre a Solidão” da artista Elke Coelho que será aberta às 19h da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter  wp-image-35898" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site-1024x557.png" alt="" width="736" height="400" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site-1024x557.png 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site-300x163.png 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site-768x417.png 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/site.png 1150w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /></p>
<p><em>Elke Coelho apresenta “Algo sobre a Solidão” a partir de 25 de junho na Fundação Cultural Badesc; na data haverá uma Roda de Conversa com a artista</em></p>
<p>Cerca de 20 obras, entre objetos, instalações de parede e pinturas integram a exposição “Algo Sobre a Solidão” da artista Elke Coelho que será aberta às 19h da quinta-feira, dia 25 de junho, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. Antes da abertura da mostra inédita e que será apresentada pela primeira vez na cidade, acontece uma Roda de Conversa com a artista. Esse encontro começa às 18h. A entrada é gratuita.</p>
<p>A artista, que também é responsável pela concepção da mostra, compartilha que tanto as instalações de parede quanto os objetos são compostos por meio da repetição e acumulação de objetos de uso cotidiano de pequeno porte, como cotonetes, alfinetes, flores ornamentais, bolinhas de “pérola”, guardanapos de papel, recipientes de vidro, cápsulas de comprimido, entre outros. Já as pinturas são realizadas com pastel oleoso sobre papel.</p>
<p>Elke destaca ainda que a temporalidade distendida está presente na exposição e perpassa a maior parte dos processos dos trabalhos que serão expostos. Um exemplo é a obra “Ferida” que apresenta mais de duzentas mil flores sempre-viva vermelhas que foram organizadas em cerca de 550 caixas de acrílico, algo que envolveu mais de cem horas de trabalho no decorrer de oito meses. Já em “Deserto”, as quase trinta mil pontas de cotonetes foram selecionadas, cortadas e organizadas em grades plásticas, uma a uma, o que demanda horas a fio de trabalho.</p>
<p>“Experiências similares, em termos de artesania, se aplicam a maior parte dos meus trabalhos e essas práticas manuais demandam um tipo de temporalidade que vai na contramão do fluxo contemporâneo. Sendo a rapidez, desde a instalação do capitalismo, entendida enquanto qualidade, a morosidade torna-se, neste tipo de sociedade, uma debilidade”, compartilha.</p>
<p>A mostra “Algo Sobre a Solidão”, que poderá ser visitada até 13 de agosto no Espaço Fernando Beck, foi selecionada no Edital de Exposições 2026. A visitação na Fundação Cultural Badesc, que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, pode ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h e das 10h às 16h, aos sábados.</p>
<p>“Para mim, em termos conceituais, ter sido selecionada, dentre tantas propostas de vários lugares do país, foi uma grande honra. E espero que, por algum motivo, o que será exibido faça sentido para quem visitar a exposição”, completa a artista.</p>
<p><strong>Sobre a artista</strong><br />
Pesquisadora, artista e professora no Departamento de Arte Visual da Universidade Estadual de Londrina (UEL/PR). Possui mestrado em Artes Visuais pela UFRGS (2009) e doutorado em Artes Visuais pela USP (2014). Participa, desde 2005, de exposições individuais e coletivas. Uma das organizadoras do livro Cartografias Cotidianas (2011), e autora da trilogia que abarca Coisas de Iracema (2017-2020-2023). Sua produção é caracterizada pelo emprego de objetos de uso cotidiano, bem como por procedimentos de repetição e acumulação.</p>
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		<title>ANTES DE VOLTAR A TERRA, de Giovana Tartas</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:41:53 +0000</pubDate>
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			<h2><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-35839 size-full" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-15-scaled-e1779135092535.jpg" alt="" width="2560" height="542" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-15-scaled-e1779135092535.jpg 2560w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-15-scaled-e1779135092535-300x64.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-15-scaled-e1779135092535-1024x217.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-15-scaled-e1779135092535-768x163.jpg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-15-scaled-e1779135092535-1536x325.jpg 1536w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-15-scaled-e1779135092535-2048x434.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" />ANTES DE VOLTAR A TERRA&nbsp;</h2>
<p>GIOVANA TARTAS</p>
<p>CURADORIA DE GUILHERME BROLLO</p>
<p>ESPAÇO PAULO GAIAD | 7 DE MAIO A 25 DE JUNHO</p>
<p style="text-align: right;"><i><span style="font-weight: 400;">“Perdão se quando quero&nbsp;</span></i></p>
<p style="text-align: right;"><i><span style="font-weight: 400;">contar minha vida&nbsp;</span></i></p>
<p style="text-align: right;"><i><span style="font-weight: 400;">é terra o que conto.”&nbsp;</span></i></p>
<p style="text-align: right;"><i><span style="font-weight: 400;">(NERUDA, 1976, p.19)&nbsp;</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando pensamos nas memórias construídas a partir da terra, por onde podemos caminhar? Será preciso retornar ao lugar, tocar o solo, deixar que o corpo reconheça aquilo que o tempo tentou apagar? Ou seriam os materiais, as imagens, os fragmentos, suficientes para sustentar o peso da lembrança?&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Giovana Tartas desenvolve uma investigação de registros fotográficos que relatam diferentes aspectos do cotidiano rural de sua família, anteriores à sua própria vivência. Em diálogo com seus familiares, nasce na artista o desejo de construir, com a materialidade da tinta à óleo, as histórias fragmentadas que permeiam seu passado. Esse gesto, de rememorar e de ressignificar paisagens, sentidos e fantasmas, desdobra-se em cores errantes, em camadas densas, em composições opacas. Através do peso de sua herança familiar, a artista cava, planta e colhe as manchas que permanecem presentes na nossa relação com o campo, com o trabalho e com as pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, as paisagens permanecem as mesmas desde que se tornaram registro de um tempo? De que maneira nossa presença altera os lugares que habitamos? Como a terra responde às marcas que inscrevemos sobre ela?&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a beleza se torna reconhecível diante de toda carga pictórica, o cuidado dos detalhes, o acabamento, peso das feridas, o controle dos escorridos. No entanto, como tratar das violências inscritas na paisagem sem neutralizá-las pela sedução do belo?&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas pinturas de Giovana Tartas, os escorridos em vermelho sangram o suporte, revelando suas feridas. Assim como as dobras presentes em seus trabalhos, esses gestos flexionam nossa relação com a terra. A cor já não consegue pertencer àquele espaço, a sua presença transforma a paisagem, assim como os métodos de habitá-la. As camadas densas de tinta rompem a superfície sensível do suporte e desconfiguram a imagem e a materialidade do campo: não se trata apenas de representar, mas de permitir que a pintura pulse, carregando, em suas marcas, as violências e fraturas inscritas no território.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div></div>
</div>
<div><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35843 size-full" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-3-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-3-scaled.jpg 2560w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-3-300x200.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-3-1024x683.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-3-768x512.jpg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-3-1536x1024.jpg 1536w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Antes-de-Voltar-a-Terra-3-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></div>

		</div>
	</div>
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		<title>Artista Giovana Tartas traz memórias rurais na primeira exposição individual</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 21:59:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra “Antes de Voltar a Terra” será aberta na quinta, dia 7 de maio, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis A paisagem que moldou a infância da artista chapecoense Giovana Tartas serve de ponto de partida para a exposição “Antes de Voltar a Terra”, que abre na quinta-feira, 7 de maio, na Fundação Cultural Badesc, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35750 size-full" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-30-at-16.50.09-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></p>
<p>Mostra “Antes de Voltar a Terra” será aberta na quinta, dia 7 de maio, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis</p>
<p>A paisagem que moldou a infância da artista chapecoense Giovana Tartas serve de ponto de partida para a exposição “Antes de Voltar a Terra”, que abre na quinta-feira, 7 de maio, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. Reunindo pinturas e cerâmicas inéditas, a mostra transforma memórias do cotidiano rural em uma investigação sobre território, trabalho e as tensões que atravessam a construção da paisagem. A abertura da mostra selecionada na Chamada Pública Paulo Gaiad 2026 – 1ª exposição individual começa a partir das 19h e a entrada é gratuita.</p>
<p>Pensada em colaboração com o curador Guilherme Brollo, a exposição revisita o interior do Norte do Rio Grande do Sul para explorar como afetos, disputas históricas e dinâmicas do capital moldam o campo brasileiro. “Nessa exposição busquei construir um espaço de tensão entre memória e paisagem. Reunindo 13 pinturas e cerâmicas, a mostra retoma o cotidiano rural da minha família e explora temas como transitoriedade, trabalho e território”, afirma a artista.</p>
<p>Para Giovana, o campo não aparece como cenário romântico, mas como território marcado por camadas de violência e transformação. “Ao revisitar memórias familiares ligadas ao cotidiano rural, busco tensionar a forma como essas narrativas são frequentemente romantizadas, trazendo à tona camadas de trabalho, deslocamento e transformação da paisagem”, compartilha.</p>
<p>A artista destaca ainda que o projeto parte de vivências pessoais, mas busca alcançar uma dimensão coletiva. “É uma elaboração para pensar a memória não apenas como lembrança, mas como um gesto crítico, capaz de implicar responsabilidade e reflexão sobre as formas de habitar a terra e o território”, ressalta.</p>
<p>A exposição, que marca a estreia individual de Giovana Tartas na Fundação Cultural Badesc ocupará o Espaço Paulo Gaiad e poderá ser visitada até 25 de junho. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h, e aos sábados, das 10h às 16h, na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis. A entrada é gratuita.</p>
<p>Sobre a artista<br />
Giovana Tartas, natural de Chapecó/SC, é formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e atua como artista visual, pesquisadora e produtora cultural. Desenvolve investigações no entremeio da cerâmica e da pintura, explorando temas como transitoriedade, matéria, carne e memória. Seu trabalho tensiona processos e materialidades, articulando diferentes suportes e linguagens em narrativas sensíveis.</p>
<p>Sobre o curador<br />
Guilherme Brollo, natural de Curitiba/PR, é artista e curador, licenciado e bacharelando em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Editor-chefe do Jornal Sem Gosto, realizou estágio no Museu de Arte da UFPR (MusA), atuando no núcleo educativo e na produção cultural. Como curador, destaca as exposições “Geraldo Leão: a cor das coisas”, sobre Geraldo Leão, e “a.finidade”, realizada na Galeria DeArtes na Universidade Federal do Paraná.</p>
<p>Serviço: Exposição “Antes de Voltar a Terra”, de Giovana Tartas<br />
Abertura: 7 de maio – quinta-feira, às 19h<br />
Local: Jardim da Fundação Cultural Badesc (Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro &#8211; Florianópolis/SC)<br />
Visitação: até 25 de junho, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h, e aos sábados, das 10h às 16h<br />
Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/artista-giovana-tartas-traz-memorias-rurais-na-primeira-exposicao-individual/">Artista Giovana Tartas traz memórias rurais na primeira exposição individual</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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		<title>CARTOGRAFIAS DAS REEXISTÊNCIAS, de Renata Felinto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ACERVO VIRTUAL]]></category>
		<category><![CDATA[BLOG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/acervo/cartografias-das-reexistencias-de-renata-felinto/">CARTOGRAFIAS DAS REEXISTÊNCIAS, de Renata Felinto</a> apareceu primeiro em <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com">Fundação Cultural Badesc</a>.</p>
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			<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35826 size-full" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-9-scaled-e1779133114859.jpg" alt="" width="1810" height="430" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-9-scaled-e1779133114859.jpg 1810w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-9-scaled-e1779133114859-300x71.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-9-scaled-e1779133114859-1024x243.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-9-scaled-e1779133114859-768x182.jpg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-9-scaled-e1779133114859-1536x365.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1810px) 100vw, 1810px" />CARTOGRAFIAS DAS REEXISTÊNCIAS&nbsp;</h2>
<p><strong>RENATA FELINTO</strong></p>
<p>CURADORIA DE JULIANA CRISPE</p>
<p>ESPAÇO FERNANDO BECK | 30 DE ABRIL A 18 DE JUNHO</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição </span><i><span style="font-weight: 400;">Cartografias das Reexistências,</span></i><span style="font-weight: 400;"> da artista Renata Felinto, apresenta pinturas, fotografias, fotomontagens, vídeos e ações performáticas que têm como eixo central, pessoas negras, especialmente mulheres, compreendidas pela artista em suas magnitudes e em suas potências simbólicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de mais de duas décadas, Renata constrói, de modo consistente e contundente, uma reflexão crítica e sensível sobre os regimes impostos pela colonialidade e sobre os modos como as mulheres negras foram historicamente representadas, silenciadas ou violentadas e, no campo das imagens, por vezes estereotipadas. Ao mesmo tempo, a artista afirma outras possibilidades de existências, seja pela espiritualidade, pelo desejo, pela visibilidade, pela fabulação e autoafirmação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao discutir e contrapor a noção de uma categoria homogênea imposta socialmente, apresentando trabalhos que dão visibilidade à autorrepresentação, mas também à pluralidade das experiências negras de outras mulheres, atravessadas pela memória, ancestralidade, afeto e luta, Renata Felinto propõe um deslocamento radical do olhar hegemônico, convocando o público a confrontar os regimes coloniais e racistas de visibilidade e as formas pelas quais o racismo estrutural e o sexismo moldaram (e ainda moldam) a autoimagem, a autoestima e os lugares sociais historicamente destinados à parte da categoria raça</span> <span style="font-weight: 400;">no Brasil. Aliás, raça e gênero operam de forma indissociável na construção das hierarquias sociais, produzindo violências específicas sobre os corpos e as subjetividades. A obra de Renata Felinto inscreve-se justamente nesse campo de tensão, recusando leituras simplificadoras e afirmando a mulher negra como sujeito histórico, político e sensível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao reivindicar o direito ao desejo, à sensualidade e à autoinscrição do corpo negro das mulheres, Felinto desmonta estigmas seculares que ora as hipersexualizam, ora negam-lhes humanidade e afeto. Esse gesto encontra ressonância nas reflexões de bell hooks, para quem o amor, o erotismo e o cuidado de si constituem práticas radicais de resistência frente às estruturas de dominação racial e patriarcal. Aqui, o corpo negro não é objeto de consumo, mas território de afirmação política e autônoma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Renata Felinto articula referências culturais diversas, adornos e traços simbólicos que evidenciam matrizes e temporalidades constitutivas das identidades negras contemporâneas em suas multiplicidades. Trata-se de um gesto crítico que recusa narrativas únicas e coloniais sobre o ser negro e que reivindica o direito à complexidade, à contradição e à autoria da própria imagem e de sua própria história.&nbsp;</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Cartografias das Reexistências</span></i><span style="font-weight: 400;"> afirma que reexistir é um gesto contínuo, atravessando gerações, corpos e imagens que se transmitem, se transformam e se atualizam no presente. A exposição dialoga com a noção de tempo espiralar, elaborada por Leda</span> <span style="font-weight: 400;">Maria Martins, para quem as temporalidades afro-diaspóricas não obedecem à linearidade ocidental, mas operam em movimentos de retorno, reinscrição e recriação, nos quais passado, presente e futuro se enlaçam continuamente. Nos saberes ancestrais, aprendidos com as cirandas, com a oralidade e com as mais velhas, o conhecimento não se acumula em linha reta, ele circula, retorna e se renova a cada gesto, corpo e palavra. Renata Felinto constrói, assim, um campo visual de memória ativa, uma reescrita da história em que as mulheres e pessoas negras podem ser vistas em sua plenitude: como personagens de desejo, de memória, de luta, de felicidade e de sonho. Sua obra não apenas enuncia ausências e violências históricas, mas também inaugura outros modos de ver, narrar e imaginar essas presenças no mundo, afirmando lugares de potência, poder e criação e não de dor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div></div>
</div>
<div><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35822 size-full" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-6-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-6-scaled.jpg 2560w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-6-300x200.jpg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-6-1024x683.jpg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-6-768x512.jpg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-6-1536x1024.jpg 1536w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Cartografias-das-Reexistencias-6-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></div>

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			<p><iframe title="Spotify Embed: Renata Felinto - PodArte #16" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/5SGERz0RidGQXVQncqL9nO?si=LLCCPYi3TAyuq-xBAVcNog&amp;utm_source=oembed"></iframe></p>

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		<title>Exposição revisita Manuel Bandeira para repensar a paisagem contemporânea</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/exposicao-revisita-manuel-bandeira-para-repensar-a-paisagem-contemporanea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:59:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inspirada no poema do escritor brasileiro, a coletiva “O Que Eu Vejo É O Beco” vai reunir dez artistas no Jardim da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; abertura será em 2 de abril &#160; A partir do poema “O Beco”, de Manuel Bandeira, a exposição “O Que Eu Vejo É O Beco” propõe um deslocamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35675 aligncenter" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1-300x163.jpeg" alt="" width="696" height="378" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1-768x417.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.18.12-1.jpeg 1150w" sizes="auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px" /></p>
<p>Inspirada no poema do escritor brasileiro, a coletiva “O Que Eu Vejo É O Beco” vai reunir dez artistas no Jardim da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; abertura será em 2 de abril</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir do poema “O Beco”, de Manuel Bandeira, a exposição “O Que Eu Vejo É O Beco” propõe um deslocamento do olhar: do horizonte amplo para o espaço estreito, cotidiano e muitas vezes invisível. Com curadoria de Kamilla Nunes, a mostra, que vai ocupar o Espaço Jardim da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis, abre às 19h da quinta-feira, 2 de abril, com entrada gratuita.</p>
<p>Reunindo trabalhos de Bruna Granucci, Diane Spagnuelo, Gustavo Scheidt, Jessica Pellegrini, Mariana Colin, OTropicalista, Raquel Stolf, Sara Ramos e Tainá Sant’ana, a exposição vai apresentar obras que tensionam a ideia de paisagem e evidenciam suas camadas de disputa, memória e presença. As proposições dos artistas que incluem objetos, instalações, intervenções e experimentações sonoras e visuais, convidam o público a um olhar situado, atento às fricções entre corpo, cidade e território.</p>
<p>A curadora explica que o poema de Manuel Bandeira funciona como ponto de partida para questionar a paisagem idealizada, ampla e harmônica, frequentemente associada ao horizonte. Em contraposição, o beco surge como metáfora do espaço vivido: estreito, residual, marcado por limites e por aquilo que muitas vezes não se escolhe ver.</p>
<p>Segundo Kamilla Nunes, o olhar não parte do privilégio da vista ampla, mas da condição concreta do corpo situado. “Como nos diz Edouard Glissant, ‘precisamos lidar com um fato: nossa localização é inescapável. O lugar é crucial’. Por isso, o convite para os artistas desta exposição se deu para que possamos lidar, muitas vezes, com o aparente incontornável: da vida, da paisagem, do jardim, da cidade, da casa, do beco e do corpo. É na fricção entre esses lugares, sobretudo entre o jardim e o beco, que essa exposição se constrói: com objetos performáticos, instalações efêmeras, deslocamentos de paisagens, arestas moventes, intervenções que desestabilizam o olhar e obras que reivindicam memórias silenciadas”, compartilha a curadora.</p>
<p>Ao ser instalada no jardim, a mostra cria um encontro entre dois espaços simbólicos: o beco e o jardim. O primeiro convoca a atenção para o que é marginalizado; o segundo introduz a temporalidade do cultivo, da permanência e da transformação lenta. Nesse cruzamento, os trabalhos dos dez artistas vão construir percursos, interrupções e presenças que ampliam a percepção da paisagem como território vivo, político e compartilhado.</p>
<p>A coletiva “O Que Eu Vejo É O Beco” ficará aberta para visitação até 26 de junho, sempre de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h. A Fundação Cultural Badesc está localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis/SC.</p>
<p>Serviço: Exposição “O Que Eu Vejo É O Beco”, curadoria de Kamilla Nunes<br />
Abertura: 2 de abril – quinta-feira, às 19h<br />
Local: Espaço Jardim da Fundação Cultural Badesc (Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro &#8211; Florianópolis/SC)<br />
Visitação: até 26 de junho, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Chamada Pública para lançamentos de livros 2026</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/chamada-publica-para-lancamentos-de-livros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[fcbadesc]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:58:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BLOG]]></category>
		<category><![CDATA[LANÇAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[LITERATURA]]></category>
		<category><![CDATA[chamada publica]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento de livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interessados podem se inscrever até 31 de agosto de 2026.&#160; &#160; Abaixo está a normativa completa e o requerimento que precisa ser baixado e enviado junto com a inscrição.&#160; &#160; A Fundação Cultural BADESC comunica que, a partir de 04 de março de 2026, estão abertas as inscrições para a cessão de uso do espaço [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-35570 size-full" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-13.51.37.jpeg" alt="" width="1150" height="625" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-13.51.37.jpeg 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-13.51.37-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-13.51.37-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-13.51.37-768x417.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></em></p>
<p><em>Interessados podem se inscrever até 31 de agosto de 2026.</em>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo está a normativa completa e o requerimento que precisa ser baixado e enviado junto com a inscrição.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Fundação Cultural BADESC comunica que, a partir de 04 de março de 2026, estão abertas as inscrições para a cessão de uso do espaço para lançamentos de livros em sua sede localizada na Rua Visconde de Outro Preto, 216, Centro, Florianópolis/SC. Serão escolhidas obras literárias que foram publicadas a partir de janeiro de 2026. A seleção prioriza lançamentos nas áreas da Cultura, Literatura, Música e Arte em geral.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 . Da Apresentação das Propostas</strong>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1.1 Podem ser inscritas obras literárias de todo território nacional.&nbsp;</p>
<p>1.2 Podem enviar propostas pessoas do público em geral, bem como editoras e coletivos.&nbsp;</p>
<p><strong>2 . Da Inscrição</strong>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2.1 De 04 de março a 31 de agosto de 2026.&nbsp;</p>
<p>2.2 As inscrições precisam ser feitas através do e-mail: <a href="mailto:inscricaofundacaobadesc@gmail.com">inscricaofundacaobadesc@gmail.com</a> &nbsp;</p>
<p>2.3 Ao enviar a inscrição, destacar no Assunto: “Inscrição para lançamento de livros – Título do livro”.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 . Dos Requisitos para inscrição</strong>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3.1 Preenchimento do Requerimento Para Uso De Espaço Cultural.&nbsp;</p>
<p>3.2 O proponente deverá encaminhar as seguintes informações e documentos:&nbsp;</p>
<p>3.2.1 Dados pessoais: Nome completo; endereço de e-mail; número de telefone.&nbsp;</p>
<p>3.2.2&nbsp; Mini currículo do autor ou apresentação editora/editor em PDF em no máximo 300 caracteres.&nbsp;</p>
<p>3.2.3&nbsp; Imagem da capa do livro (resolução 300 DPI em formato PDF ou JPEG);&nbsp;</p>
<p>3.2.4&nbsp; Foto do autor ou editor/editora (resolução 300 DPI em formato PDF ou JPEG);&nbsp;</p>
<p>3.2.5 Descrição/sinopse do livro em no máximo 3.000 caracteres.&nbsp;</p>
<p>3.2.6&nbsp; PDF total do livro ou um exemplar físico.&nbsp;</p>
<p>3.2.7 Informar o ISBN dos livros (Certificação que o livro está registrado na Biblioteca Nacional).&nbsp;</p>
<p>3.2.8 Obra com mais de um autor, um será escolhido para representar o grupo;&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 . Da responsabilidade do Proponente:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4.1 Fica obrigado ao selecionado doar de 3 a 10 livros para a biblioteca da fundação.&nbsp;</p>
<p>4.2 Toda responsabilidade do evento é do proponente, incluindo qualquer custo para o evento, equipe(caso necessário) incluindo garçons, fotógrafos, etc.&nbsp;</p>
<p>4.3 A venda é de responsabilidade do autor/editora e é necessário que permaneça uma pessoa com dedicação exclusiva a essa tarefa durante todo o evento, não podendo os funcionários da Fundação se envolverem nessa função.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5 . Da responsabilidade da Fundação:</strong>&nbsp;</p>
<p>5.1 A Fundação fica responsável pela produção de convite virtual. Para isso, deve-se enviar imagem de capa em alta resolução ou Arquivo .AI, .PSD ou .INDD e ou PDF editável.&nbsp;</p>
<p>5.2 Será disponibilizada assessoria de imprensa para produção de release e divulgação no site da fundação, mídias sociais e encaminhamento do material para a Imprensa.&nbsp;</p>
<p>5.3 <u>S</u>erá disponibilizado mesa e cadeira para autógrafos. No hall de entrada há espaço para banner e comercialização do material.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>5.4 A FCB esclarece que as fotos tiradas no evento são somente para relatórios.</p>
<p><strong>6 . Do Lançamento:</strong></p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p>6.1 As obras poderão ser lançadas de 14 de Abril até 28 de novembro de 2026. Obedecendo sempre o prazo de 40 dias de antecedência para data de lançamento.</p>
<p>6.2 Os lançamentos ocorrerão de acordo com o andamento das propostas recebidas, sendo assim não necessário o fechamento dessa chamada para que o lançamento ocorra.</p>
<p>6.3 As datas de lançamento são organizadas de acordo com a agenda da fundação.</p>
<p>6.4 Lançamentos dos livros ocorrerão com horários de início entre 17h às 19h, com finalização máxima às 21 horas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7 . Do Cronograma:</strong></p>
<p>7.1 Abertura das inscrições: 04 de março de 2026.</p>
<p>7.2 A divulgação das inscrições homologadas será feita por e-mail oficial, de acordo com as inscrições realizadas.</p>
<p>7.3 A divulgação da programação do lançamento poderá ser acompanhada nos canais oficias da Fundação.</p>
<p>7.4. As obras selecionadas poderão escolher entre o primeiro e segundo semestre de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8 . Disposições Gerais:</strong></p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p>8.1 Eventuais dúvidas sobre o lançamento poderão ser sanadas mediante consulta eletrônica, dirigida à Comissão Organizadora, pelo e-mail <a href="mailto:inscricaofundacaobadesc@gmail.com">inscricaofundacaobadesc@gmail.com</a>. Destacar no assunto: Dúvidas lançamento livros. Mais informações sobre propor eventos na fundação podem ser acessadas no link: <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/como-propor-lancamentos-e-eventos/">https://fundacaoculturalbadesc.com/como-propor-lancamentos-e-eventos/</a></p>
<p>8.2 Os lançamentos são realizados no piso térreo da Casa, incluindo o espaço Expositivo Fernando Beck e sua varanda. A capacidade é para cerca de 100 pessoas. Os lançamentos acontecem em meio as exposições no espaço, <strong>não sendo permitido nenhuma alteração na expografia</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Baixe o Requerimento que deve ser preenchido, assinado e enviado junto com a proposta: <a href="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2023/10/requerimento-para-uso-de-espaco-cultural.docx">REQUERIMENTO PARA USO DE ESPAÇO CULTURAL</a></p>
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		<title>Fundação Cultural Badesc reabre aos sábados com programação especial</title>
		<link>https://fundacaoculturalbadesc.com/blog/fundacao-cultural-badesc-reabre-aos-sabados-com-programacao-especial/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:57:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seguindo a programação da celebração dos 20 anos, a partir do dia 11 de abril, a Fundação Cultural Badesc, que fica no Centro de Florianópolis, abrirá as portas também aos sábados. O projeto Sábado Cultural, que amplia o horário de visitação seguirá pelos próximos três meses, abrindo das 10h às 16h. Segundo Denilson Antonio, coordenador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35695 aligncenter" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-06-at-12.48.36-1-300x163.jpeg" alt="" width="637" height="346" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-06-at-12.48.36-1-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-06-at-12.48.36-1-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-06-at-12.48.36-1-768x417.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-06-at-12.48.36-1.jpeg 1150w" sizes="auto, (max-width: 637px) 100vw, 637px" /></p>
<p>Seguindo a programação da celebração dos 20 anos, a partir do dia 11 de abril, a Fundação Cultural Badesc, que fica no Centro de Florianópolis, abrirá as portas também aos sábados. O projeto Sábado Cultural, que amplia o horário de visitação seguirá pelos próximos três meses, abrindo das 10h às 16h.</p>
<p>Segundo Denilson Antonio, coordenador de artes da Fundação, o projeto iniciado em 2025 trouxe bons resultados e ganha agora uma segunda temporada. “Tivemos uma boa aceitação do público no primeiro ano do projeto, prova disso foram as mais de 600 pessoas que visitaram o casarão durante os 21 sábados”, compartilha.</p>
<p>No primeiro dia do Sábado Cultural o artista Tauan Gon irá ministrar uma oficina de desenho com carvão. A atividade vai começar a partir das 13h e o material para a atividade será oferecido no local.</p>
<p>Ainda está prevista as oficinas;</p>
<p>Oficina de Crochê &#8211; com Raquel Fin, no dia 18 de Abril.</p>
<p>Oficina de Modelagem em argila &#8211; com Victoria Beatriz, no dia 25 de Abril.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Oficina Pintura e construção de narrativa &#8211; com o artista João Matheus, no dia 09 de maio.</span></p>
<p>Oficina de Circo &#8211; Confecção de bolinhas e iniciação ao malabarismo &#8211; com Luciano Himmer, no dia 23 de maio.</p>
<p>Oficina de Colagem &#8211; com a artista Karine Abbati, no dia 30 de maio.&nbsp;</p>
<p>Oficina Xilobixo &#8211; com Bruna Maria Maresch, no dia 13 de junho.</p>
<p>Oficina de Desenho através da aguada em Nanquim &#8211; com Denilson Antonio, no dia 27 de junho.</p>
<p>A Fundação Cultural Badesc, que ocupa um casarão na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.</p>
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		<title>Fundação Cultural Badesc promove nove oficinas gratuitas</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:52:42 +0000</pubDate>
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<p>Confira as oficinas que farão parte do ciclo de 2026</p>
<p>As nove oficinas são gratuitas e possuem vagas limitadas. As pessoas interessadas em participar das atividades presenciais poderão se inscrever por meio de um link, que será disponibilizado na data correspondente a cada oficina, conforme informado abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>

		</div>
	</div>

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<p>&nbsp;</p>

		</div>
	</div>
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	</div>
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			<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35719 alignleft" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-15.24.43-820x1024.jpeg" alt="" width="228" height="284" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-15.24.43-820x1024.jpeg 820w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-15.24.43-240x300.jpeg 240w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-15.24.43-768x959.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-15.24.43.jpeg 995w" sizes="auto, (max-width: 228px) 100vw, 228px" />A oficina Arte Generativa com Auxílio de IA, ministrada por Diego de Los Campos, explora a intersecção entre arte digital, programação básica e inteligência artificial, abordando técnicas de criação generativa por meio de algoritmos com a ajuda de ferramentas de IA. Os encontros ocorreram nos dias 19, 26 de junho e 03, e 10 de julho. As inscrições abrem no dia 03 de junho de 2026 e podem ser realizadas até o dia 10 de junho de 2026.&nbsp; Inscrições encerradas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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	</div>
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			<p>&nbsp;</p>
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		<title>“Cartografias das Reexistências” é a primeira individual de Renata Felinto em SC</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 16:46:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra inédita, que reúne obras produzidas entre 2000 e 2021 e tensiona narrativas coloniais existências e experiências de pessoas negras, abre dia 30 de abril na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; entrada é gratuita A primeira exposição individual da artista Renata Felinto em Santa Catarina, “Cartografias das Reexistências”, vai reunir pinturas, fotografias, fotomontagens, vídeos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-35711 " src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site.png" alt="" width="804" height="437" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site.png 1150w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site-300x163.png 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site-1024x557.png 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/04/site-768x417.png 768w" sizes="auto, (max-width: 804px) 100vw, 804px" /></i></p>
<p><i>Mostra inédita, que reúne obras produzidas entre 2000 e 2021 e tensiona narrativas coloniais existências e experiências de pessoas negras, abre dia 30 de abril na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis; entrada é gratuita</i></p>
<p>A primeira exposição individual da artista Renata Felinto em Santa Catarina, “Cartografias das Reexistências”, vai reunir pinturas, fotografias, fotomontagens, vídeos e ações performáticas. A mostra, que propõe um percurso articulado por diferentes séries, materialidades e temporalidades, evidenciando continuidades, deslocamentos e permanências que estruturam a pesquisa da artista, abre na quinta-feira, 30 de abril, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.</p>
<p>Com curadoria de Juliana Crispe, a individual apresentará ao público um amplo conjunto de obras que atravessam mais de duas décadas da produção da artista. A mostra se apresenta como uma proposição inédita ao reorganizar trabalhos produzidos entre 2000 e 2021, revelando a complexidade das investigações visuais e conceituais que marcam a trajetória da artista, natural de São Paulo.</p>
<p>Entre os conjuntos que integram a mostra está a série “Re-Existindo”, que reúne obras como “Filhos de Cam”, “Made in Brazil”, “A/C do Pai”, “Em nome de quem” e “Matriarcas”, criadas a partir do álbum fotográfico familiar da artista e que abordam a dimensão de existir novamente, fundamental para compreender os desafios do povo negro na afro-diáspora e seus processos de recriação cultural e humana.</p>
<p>A exposição apresentará também a série “Afro Retratos”, com trabalhos como “Fase Africana – Angolana”, “Muíla” e “Fase Asiática – Chinesa”, nas quais Renata Felinto explora as múltiplas identidades que a constituem, recusando leituras congeladas de africanidade.</p>
<p>Já no projeto “Também Quero Ser Sexy”, que reúne pinturas como “Renata Monroe”, “Renata Basinger” e “Renata Bardot”, além da fotografia e vídeo “White face and blonde hair”, a artista questiona a branquitude enquanto padrão e a naturalização do racismo recreativo. A mostra inclui ainda obras como “Fada Gestante”, “Ori Inu”, “Dias de Luta, Dias de Amar” e a série “Gritem-me Negra!”, com homenagens a Makota Valdina, Raquel Trindade e Tula Pilar.</p>
<p>Renata explica que ao tratar dos regimes coloniais de visibilidade que historicamente produziram estereótipos, silenciamentos e violências sobre o povo negro, especialmente sobre as mulheres negras, “Cartografias das Reexistências” afirma outras possibilidades de existência, espiritualidade, desejo e autoinscrição. As mulheres negras aparecem não como categoria homogênea, mas como corpo coletivo atravessado por múltiplas experiências, memórias e temporalidades.</p>
<p>“Ao reconstruir narrativas e enfrentar silêncios históricos, a exposição propõe a construção de imaginários comprometidos com justiça social e valorização das experiências negras, especialmente as de mulheres/ mulheridades. A mostra se afirma como um dispositivo de educação antirracista, ao produzir deslocamentos nos modos de aprender, ensinar e imaginar as experiências negras”, compartilha a artista.</p>
<p>“Cartografias das Reexistências”, que marca a primeira individual de Renata Felinto na Fundação Cultural Badesc, bem como em Santa Catarina, poderá ser visitada até 18 de junho. A visitação pode ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h e aos sábados, das 10h às 16h, na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. A entrada é gratuita. Como parte das atividades da exposição, na quarta-feira, 6 de maio, às 19h30, será realizada uma Roda de Conversa com a participação da artista e da curadora.</p>
<p>“Espero que o público seja convocado a um exercício de desaprendizagem do racismo estrutural e epistemológico, permitindo-se atravessar pelas obras e pelas questões que elas colocam”, completa Renata.</p>
<p><b>Sobre a artista:</b></p>
<p>Renata Felinto é artista visual, pesquisadora e professora afro-diaspórica. Doutora e mestra em Artes Visuais pela UNESP, bacharel em Artes Plásticas pela mesma instituição, com especialização em Curadoria e Educação em Museus de Arte pelo MAC/USP e formação pedagógica equivalente à licenciatura pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Realizou estágio pós-doutoral no Center for Africana Studies da University of Pennsylvania – UPenn (2023). É professora da URCA, onde atua na Licenciatura em Artes Visuais e lidera o grupo de pesquisa NZINGA (CNPq). Foi cocuradora artística e do educativo da 15ª Bienal Naïfs do Brasil (SESC), recebendo o Prêmio Miguel Arcanjo de Cultura (2021). Atuou também como curadora adjunta do Instituto Oficina de Cerâmica Francisco Brennand. Como artista, participou de exposições como Histórias Afro-Atlânticas (MASP/Instituto Tomie Ohtake), 12ª Bienal do Mercosul, Enciclopédia Negra (Pinacoteca/MAR), Empowerment (Kunstmuseum Wolfsburg) e Dos Brasis (SESC). Recebeu o Prêmio PIPA, o Prêmio Select de Arte e Educação e o 25º Salão Anapolino de Arte (2020).</p>
<p><b>Sobre a curadora:</b></p>
<p>Juliana Crispe é curadora independente, pesquisadora, arte-educadora.&nbsp;Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina. Membra da ABCA &#8211; Associação Brasileira de Críticos de Arte.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abertura: 30 de abril – quinta-feira, às 19h.<br />
Visitação: até 18 de junho, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h e aos sábados, das 10h às 16h.</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
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		<title>Oficina Arte Generativa com Auxílio de IA</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:58:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ministrada por Diego de los Campos, a oficina Arte Generativa com Auxílio de IA, explora a intersecção entre arte digital, programação básica e inteligência artificial, abordando técnicas de criação generativa por meio de algoritmos com a ajuda de ferramentas de IA. Os participantes aprenderão a utilizar plataformas gratuitas onde usuários podem escrever, executar e [&#8230;]</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Ministrada por Diego de los Campos, a oficina Arte Generativa com Auxílio de IA, explora a intersecção entre arte digital, programação básica e inteligência artificial, abordando técnicas de criação generativa por meio de algoritmos com a ajuda de ferramentas de IA. Os participantes aprenderão a utilizar plataformas gratuitas onde usuários podem escrever, executar e exibir seus projetos, aprendendo e explorando a linguagem e a programação visual de forma colaborativa.</p>
<p>Não é preciso ter noções básicas de programação para fazer a oficina.</p>
<p>É necessário que o participante traga seu notebook. Inscrições encerradas.&nbsp;</p>
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		<title>Poesia e bordado se entrelaçam em livro que será lançado em Florianópolis</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:56:28 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-35869" src="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-02-at-13.09.12-300x163.jpeg" alt="" width="603" height="328" srcset="https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-02-at-13.09.12-300x163.jpeg 300w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-02-at-13.09.12-1024x557.jpeg 1024w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-02-at-13.09.12-768x417.jpeg 768w, https://fundacaoculturalbadesc.com/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-02-at-13.09.12.jpeg 1150w" sizes="auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px" /></p>
<p>“Entrelaçadas” de autoria de Rosane Cordeiro, Ana Kelly Brustolin, Andreia Dacoregio e Juli Sell, será lançado em 9 de junho na Fundação Cultural Badesc</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quatro escritoras de gerações e trajetórias distintas, Rosane Cordeiro, Ana Kelly Brustolin, Andreia Dacoregio e Juli Sell, reuniram-se para criar “Entrelaçadas”, livro que integra poesia e arte têxtil em uma mesma obra. Para ampliar o diálogo entre texto e imagem, elas convidaram oito artistas do bordado para produzir composições inspiradas nos poemas, resultando em um projeto que combina literatura e expressão visual. O lançamento da obra será no dia 9 de junho, às 18h30, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. A entrada é gratuita.</p>
<p>“Entrelaçadas” é a primeira publicação coletiva das quatro autoras e surgiu por iniciativa de Rosane Cordeiro, responsável pelo projeto, que buscava reunir poemas de escritoras com estilos e trajetórias diferentes em um livro que não fosse uma antologia convencional. “Queria uma tessitura de vozes, um livro em que as ideias, mesmo singulares, se mantivessem coesas e se complementassem como fios que se encontram no avesso do tecido”, afirma Rosane no prefácio.</p>
<p>A organizadora explica que o objetivo também era tirar os poemas do computador e das redes sociais e apresentá-los em um livro que destacasse vozes femininas e alcançasse leitores que, em tempos difíceis, buscam na poesia um espaço de respiro. “E, como a poesia também se costura entre linhas e tintas, o bordado veio a calhar. Outras vozes artísticas somaram-se às vozes dessas mulheres que têm tanto a dizer”, destaca.</p>
<p>A publicação, totalmente independente, reúne 44 poemas em 68 páginas. Dois poemas de cada autora foram bordados, criando composições que vão muito além da simples ilustração dos textos, pois abrem novas possibilidades de leitura. Os trabalhos têxteis foram produzidos pelos artistas Adelmo Wanzeler, Dolores Leite, Eliâne Carin Hadlich, Jônatas Farias, Myrian Maciel, Olinda Evangelista, Susan Mariot e Teti Custódio.</p>
<p>O evento de lançamento contará com sessão de autógrafos e bate-papo com as escritoras e os bordadeiros. A Fundação Cultural Badesc fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.</p>
<p>Para as autoras, lançar o livro neste espaço reforça o caráter simbólico da obra. “Além de ser um patrimônio cultural da cidade, o espaço é reconhecido por acolher iniciativas artísticas que muitas vezes não encontram outros meios de circulação. Para nós, quatro poetas, seis bordadeiras e dois bordadeiros, este é um momento de celebrar um encontro que deu certo. Afinal, quando as artes se unem, fortalecem-se ainda mais”, completa Rosane.</p>
<p>Sobre as autoras:<br />
Rosane Cordeiro nasceu em Florianópolis. É doutora em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina. Tem 11 livros publicados, entre eles, “Teatro do Cotidiano”, “De choros e velas: o feminino em verso e prosa”, “Em cada canto, um conto” e “Pedro Bola”. Lança, no segundo semestre, “O menino e a lagoa”.</p>
<p>Ana Kelly Brustolin nasceu em Blumenau e mora há 24 anos em Florianópolis. É mestre em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina. Tem alguns livros publicados, entre eles, “Cenas de quarentena” e “No chão da sala de aula”. Lançou, neste ano, “A menina peixe”.</p>
<p>Andreia Dacoregio nasceu em Grão-Pará, mas mora há 39 anos em Florianópolis. É graduada em Letras Inglês/Português pela Universidade Federal de Santa Catarina. Possui dois livros de poesia publicados: “A fala da pele” e “O Violão da Matilha”. Lança, na Festa Literária Internacional de Paraty deste ano, “Escandalizar desertos”.</p>
<p>Juli Sell nasceu em Florianópolis. É graduada em Psicologia. Publicou “Antes de deitar na minha cama” e “Meu gosto de páprica doce”. Também lança, na Festa Literária Internacional de Paraty deste ano, “Unhas borradas”.</p>
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