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	<title>Arquivo de Memórias Migratórias - Fundação Cultural Badesc</title>
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		<title>Fundação Cultural Badesc abre Memórias Migratórias dia 3 de setembro</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 16:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Fernando Beck]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias Migratórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A artista alemã Pauline Zenk compartilha com o público a partir das 19h do dia 3 de setembro, no Espaço Fernando Beck, da Fundação Cultural Badesc, a exposição Memórias&#160;Migratórias. O trabalho inédito foi selecionado pelo edital 2015 da Fundação e resgata por meio de desenhos, intervenções sobre fotografias e pinturas sobre tela, os imigrantes que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A artista alemã Pauline Zenk compartilha com o público a partir das 19h do dia 3 de setembro, no Espaço Fernando Beck, da Fundação Cultural Badesc, a exposição Memórias&nbsp;Migratórias. O trabalho inédito foi selecionado pelo edital 2015 da Fundação e resgata por meio de desenhos, intervenções sobre fotografias e pinturas sobre tela, os imigrantes que chegaram ao Brasil no século passado.</p>
<p>“Durante a minha pesquisa de fotografia antigas (do período 1880 &#8211; 1960), em São Paulo, encontrei um livro de segunda mão e dele &nbsp;caiu uma fotografia de um homem em um vale de neve em frente de casas com escrituras em alemão. Essa fotografia me intrigou e comecei imaginar muitas das histórias que amigos e conhecidos de Santa Catarina me contaram. Imaginei a vida desse homem, me perguntei se ele jamais viajou como imigrante pra Brasil, ou foi simplesmente o parente de alguém que se instalou aqui. Talvez ele foi o tio, o pai, o namorado de alguém que há décadas &nbsp;morreu na outra parte do mundo, guardando a fotografia como lembrança de seus parentes distantes.&nbsp;E assim começou o projeto da Memória Migratória&#8221;, conta Pauline.</p>
<p>Para a realização do trabalho a artista buscou materiais em fotografias encontradas em mercados, arquivos fotográficos, museus e em coleções privadas.&nbsp; Ela teve acesso a mais de 100 fotografias de famílias imigrantes, muitas delas de Santa Catarina. “Eu imaginei a vida dessas pessoas que chegaram no Brasil naquela época onde não existia internet, transporte barato o comunicação fácil entre dois continentes.Foi com essa compreensão, da criação de novas vidas e novas perspectivas no Brasil, que eu desenhei, interpretei e modifiquei as fotografias. O que eu quero fazer com as interpretações em desenhos é ressaltar o que está dentro de uma fotografia mas é invisível ao primeiro olhar. Quero ressaltar o que eu vejo neles, o&nbsp;medo nos olhos de uma mulher italiana, com um bebê no colo, que recém chegou desembarcando um barco em São Paulo, a coragem, a vontade de criar algo novo e a energia de mudar as coisas”.</p>
<p>Memórias&nbsp;Migratórias&nbsp;fica aberta ao público até o dia 9 de outubro. A entrada é gratuita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>As obras</b></p>
<p>A exposição é formada por mais de 40 obras, que lidam com os conceitos de identidade, pertencimento, diversidade, integração, cultura e memória. A maior parte da exposição são&nbsp; pequenos desenhos e aquarelas realísticas e surrealísticas, que é uma técnica, que não recebeu muita atenção nos últimos anos, e se destaca por essa singularidade no tempo.</p>
<p>Memórias&nbsp;Migratórias&nbsp;tem curadoria de Luciano Cortaruas e textos de Fernando Albalustro. “Fico muito feliz em poder expor esses trabalhos na capital de Santa Catarina onde há grande imigração européia”, declara a artista&nbsp;que também&nbsp;experimentou o choque cultural em diferentes lugares do mundo em que viveu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Sobre a artista</b></p>
<p>Pauline Zenk estudou artes visuais na Alemanha, Espanha e Países Baixos e se graduou em História.&nbsp; Ela se formou na academia de arte Muthesius em Kiel, Alemanha e ganhou uma bolsa para estudar na academia Rietveld em Amsterdam, Holanda. Morou no Brasil entre 2012 a 2014, depois de uma residência artística em Estúdio Lâmina em São Paulo e agora vive e trabalha na França.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p>O quê:&nbsp;abertura da exposição&nbsp;<i>Memórias&nbsp;<wbr>Migratórias, de Pauline Zenk</i></p>
<p>Quando:&nbsp;3 de setemnro, quinta-feira</p>
<p>Horário:&nbsp;19h</p>
<p>Visitação:&nbsp;até 9 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h.</p>
<p>Onde:&nbsp;Fundação Cultural Badesc &#8211; Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis &#8211; Fone 3224-8846</p>
<p>Quanto:&nbsp;gratuito</p>
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