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ACERVO VIRTUAL

Aqui estão organizados os registros das exposições que passaram pela Fundação Cultural BADESC, bem como edições especialmente preparadas para o site. Consideramos acervo virtual o conjunto de imagens, sons, textos e memórias trazidas generosamente pelos artistas à Casa e que passam a ser um patrimônio preservado pela Instituição. O objetivo deste projeto é garantir o acesso do público e de pesquisadores a um vasto material sobre artistas, suas produções e a arte contemporânea em Santa Catarina, mantendo-se um registro consistente e cuidadoso. Todos os direitos quanto ao uso das imagens das obras permanecem exclusivos dos próprios artistas. Alterações consideradas necessárias poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, para a Equipe da Fundação.

OBRA, de Diego Passos e Juliano Ventura

A exposição articula proposições artísticas que abordam elementos de diferentes espaços vivenciados nas cidades por meio de experimentos gráficos, inscrições, deslocamentos e reorganização de fragmentos urbanos dispersos.

REGISTROS: FICÇÕES POLAROIDES, de Joana Amarante

Viajar para outros continentes, caminhar por ruas desconhecidas dentro da própria cidade, sentir temperaturas agradáveis ou desagradáveis e criar com essas imagens suas memórias é o que a artista propõe com suas fotografias em formato polaroide.

ABLUÇÕES, de Célio Braga

Realizada em parceria com o Museu Victor Meirelles durante o fechamento da Instituição para sua revitalização, Abluções apresenta no Brasil o artista mineiro que reside e produz em Amsterdã.

ESCRITO, de Maíra Dietrich

Escrito foi uma instalação que alinhou questões do pensamento gráfico, problematizando uma simbiose entre o desenho e a escrita, representado pelo desperdício da linha que poderia ser escrita e transformada em gesto repetitivo e vazado, indicado pelo desaparecimento da página sendo rasgada.

EXTREMOS, de Tereza Bossler

Extremos tratou do fluxo cada vez maior de veículos nas grandes cidades, provocado pela ânsia de ocupar maior espaço em menor tempo, que faz com que os cidadãos se esqueçam de diminuir o ritmo e desacelerar. A instalação adquiriu um corpo que evocava o caráter efêmero da vida e dos objetos, a partir do vidro, perpetuando-se no meio de nós.

AUTORRETRATO, de Lilian Barbon

Partindo de pesquisa práticas e teóricas sobre a autorrepresentação fotográfica, a artista busca refletir sobre sua própria imagem, utilizando a fotografia como suporte e o seu corpo como elemento estético.

HAITI BOMBAGAI, de Radilson Carlos Gomes

A exposição reuniu 39 fotografias produzidas em 2011, um ano após o terremoto que assolou o Haiti e
que resultou em pelo menos 100 mil mortos e mais de três milhões de atingidos. Radilson esteve no Haiti
como integrante da equipe multidisciplinar do Itamaraty e do Ministério da Saúde, na cooperação técnico científica Brasil-Haiti.

VOLVER, de Odete Calderan

Vídeos, cerâmica, objetos e instalações abordam o ato e a prática de mexer ou revirar a terra e propõe diálogos e reflexões devido a singularidades dos lugares de coleta, implicando um olhar diferente sobre o cotidiano, fazendo o expectador pensar situações ou objetos em meio a deslocamentos.

TOPOGRAFIA DA ALMA, de Radji Schucman

Conjunto de quase 100 fotografias feitas com telefone celular, que reúne momentos registrados entre 2012 e 2013, no Brasil, na Europa, no Marrocos e na Turquia.

NOME AOS BOIS, de Luciano Boletti

A mostra reúne objetos, desenhos, fotografias e pinturas produzidas desde a década de 1990. Em comum, a resistência ao corpo humano e animal.

Lorenzo Carnelli 1290, 2013. Impressão fotográfica em papel algodão, 40x60cm.

REMINISCÊNCIAS URBANAS, de Maíra Ishida

Imagens de casas desabitadas em Montevidéu com interferência de retratos femininos encontrados em feiras de antiguidade, provocam o pensar sobre as transformações ao longo da história da cidade e de uma sociedade.

ACERVO

Aqui estão organizados os registros das exposições que passaram pela Fundação Cultural BADESC, bem como edições especialmente preparadas para o site. Consideramos acervo virtual o conjunto de imagens, sons, textos e memórias trazidas generosamente pelos artistas à Casa e que passam a ser um patrimônio preservado pela Instituição. O objetivo deste projeto é garantir o acesso do público e de pesquisadores a um vasto material sobre artistas, suas produções e a arte contemporânea em Santa Catarina, mantendo-se um registro consistente e cuidadoso. Todos os direitos quanto ao uso das imagens das obras permanecem exclusivos dos próprios artistas. Alterações consideradas necessárias poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, para a Equipe da Fundação.

ICONOGRAFIA 344

A cuidadosa curadoria do também colecionador Ylmar Corrêa Neto permite ao público conhecer documentos raros, pinturas, desenhos, gravuras, mapas e livros originais que nunca haviam sido expostos. Em contraponto, obras de arte modernas e contemporâneas sobre a Ilha articulam representações entre o presente e o passado.

FUNDAÇÃO CULTURAL BADESC

Passados 15 anos, a Fundação é considerada um dos espaços expositivos e culturais mais conceituados de Santa Catarina. Prova disso são os números das atividades culturais gratuitas realizadas ao longo desses anos.
Nesta página, registros de 2006 até 2014 das atividades realizadas na Fundação Cultural BADESC.

Espaço Expositivo Fernando Beck.

ESPAÇO FERNANDO BECK

O projeto resgata a história do Espaço Fernando Beck, essencial à memória das Artes em Florianópolis. Nesta página, registros das exposições ocorridas de 1991 a 2005, período em que o Espaço ocupou o Hall da Agência BADESC, sob coordenação de Neusa Barbi.

RETRATOS FANTÁSTICOS, de Carol Krügel

Trabalhando principalmente com lápis sobre papel envelhecido, a artista cria retratos de seres fantásticos, criando fotografias desses personagens nesse mundo antigo inventado, onde se apresentam como precisamente históricas e ao mesmo tempo com algo de irreal.

AS COISAS DISTANTES PARECEM MENORES DO QUE SÃO NA REALIDADE, de Dante Acosta

Recorte de uma produção artística que investiga as possibilidades do desenho, em práticas realizadas nos últimos cinco anos. São ao todo dezenove trabalhos, com suportes em tela e papel e executados manualmente com canetas e tintas aquareladas – além de edições impressas originárias de desenhos em sketchbook.

PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2020

7ª Edição da Premiação da Aliança Francesa de Florianópolis tem como parceira a Fundação Cultural Badesc, que recebe a mostra com obras dos três finalistas: Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O.

TRAGO A MODERNIDADE, Coletiva

Artistas do Brasil, México e Chile participaram da exposição Trago a Modernidade. A mostra coletiva foi apresentada no espaço Fernando Beck da Fundação Cultural BADESC.

COLEÇÃO CATARINA: COLETAR E CUIDAR

Coletar e cuidar ou colecionar e curar é o mote da coleção catarina, um conjunto de obras de artistas e relacionadas com Santa Catarina, que vem sendo construído por cerca de 40 anos. Curadoria de Ylmar Corrêa Neto.

OVA, de Maristela Müller

A série de fotografias e objetos artísticos remetem à fertilidade e podem representar ovos e óvulos de qualquer animal. O título também remete à expressão uma ova, que exprime negação e repúdio, criando um contraponto poético.

PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2019

6ª Edição da Premiação da Aliança Francesa de Florianópolis tem como parceira a Fundação Cultural Badesc, que recebe a mostra com obras dos três finalistas: Anna Moraes, Cyntia Werner e Romeu Silveira.

INVENTÁRIO, de Beatriz Rodrigues | 14ª BIENAL INTERNACIONAL DE CURITIBA | FRONTEIRAS COLABORATIVAS

Explorando a noção de inventário como ponto inicial, a mostra propõe um pensar sobre os processos de arruinamento de bens culturais materiais, como uma reunião de bens de valor afetivo e social.

ÍNDICE, de Sérgio Adriano H | 14ª BIENAL INTERNACIONAL DE CURITIBA | FRONTEIRAS COLABORATIVAS

O trabalho busca por compreender como o “Sistema da Verdade” vem funcionando a serviço do poder, das religiões, dos interesses econômicos ou dos grupos que se perpetuam no topo da pirâmide da sociedade.