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ACERVO VIRTUAL

Aqui estão organizados os registros das exposições que passaram pela Fundação Cultural BADESC, bem como edições especialmente preparadas para o site. Consideramos acervo virtual o conjunto de imagens, sons, textos e memórias trazidas generosamente pelos artistas à Casa e que passam a ser um patrimônio preservado pela Instituição. O objetivo deste projeto é garantir o acesso do público e de pesquisadores a um vasto material sobre artistas, suas produções e a arte contemporânea em Santa Catarina, mantendo-se um registro consistente e cuidadoso. Todos os direitos quanto ao uso das imagens das obras permanecem exclusivos dos próprios artistas. Alterações consideradas necessárias poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, para a Equipe da Fundação.

ICONOGRAFIA 344

A cuidadosa curadoria do também colecionador Ylmar Corrêa Neto permite ao público conhecer documentos raros, pinturas, desenhos, gravuras, mapas e livros originais que nunca haviam sido expostos. Em contraponto, obras de arte modernas e contemporâneas sobre a Ilha articulam representações entre o presente e o passado.

SCHWANKE, HABITAR OS INCORPORAIS

Projeto realizado em parceria com o Instituto Luiz Henrique Schwanke –
LHS, marcando 25 anos da morte do
artista catarinense, que conquistou em vida grande projeção nacional e internacional. Todos os espaços da Fundação foram especialmente preparados para receber 89 obras.

VISÍVEL DO INVISÍVEL, de Sérgio Adriano H

O projeto parte de um modo expositivo móvel para ser realizado em praças e calçadas de grande circulação. A mostra reúne 12 autorretratos do artista intitulados Preto de Alma Branca e Branco de Alma Preta.

HABITAR, de João Aires

O artista explora lugares de intimidade e de estar no mundo. O processo, pensado enquanto etapa exploratória de uma produção maior ou futura, constitui por si só uma obra instigante sobre a condição humana e o modo de vida contemporâneo.

PARTITURAS, de Luiz Arnaldo e Marcelino Peixoto

Fusão entre desenho e ação, executada a quatro mãos ao longo de 12 sessões de 2 a 3 horas cada, a série acompanha um vídeo-performance preparado para ouvir o ato de desenhar.

SETOR TERCIÁRIO, de Bruno Storni e Renato Maretti

A exposição aborda movimentos da história da arte representando em seu conteúdo o empobrecimento de uma sociedade guiada pelo acúmulo de posse e organizada em setores estabelecidos em todas as ordens sociais, reconfiguradas no Brasil dos últimos anos.

QUASE PAISAGEM, de Gilson Rodrigues

Um conjunto de trabalhos em que explora questões relacionadas a história da pintura e ao universo doméstico, a partir de questionamentos sobre gêneros como paisagem e natureza morta, transpassando-os.

LINHA DO TEMPO, de Itamara Ribeiro

Desenhos construídos sobre moldes antigos com bordados contemporâneos aludem um cotidiano feminino particular, com vieses em memórias afetivas de infância.

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA, de Sheila Ortega

Uma fração do ambiente doméstico é deslocada de sua situação original para adquirir um novo significado: desenvolvimento de um pensamento sustentado no conceito de natureza-morta e estudo de composição na tradição da pintura.

O NÔMADE E O SEDENTÁRIO, de Diane Sbardelotto

O trabalho é permeado por questões do disforme, repetição, maleabilidade, pensadas a partir dos conceitos de nomadismo e sedentarismo.

OBRA, de Diego Passos e Juliano Ventura

A exposição articula proposições artísticas que abordam elementos de diferentes espaços vivenciados nas cidades por meio de experimentos gráficos, inscrições, deslocamentos e reorganização de fragmentos urbanos dispersos.

REGISTROS: FICÇÕES POLAROIDES, de Joana Amarante

Viajar para outros continentes, caminhar por ruas desconhecidas dentro da própria cidade, sentir temperaturas agradáveis ou desagradáveis e criar com essas imagens suas memórias é o que a artista propõe com suas fotografias em formato polaroide.

ACERVO

Aqui estão organizados os registros das exposições que passaram pela Fundação Cultural BADESC, bem como edições especialmente preparadas para o site. Consideramos acervo virtual o conjunto de imagens, sons, textos e memórias trazidas generosamente pelos artistas à Casa e que passam a ser um patrimônio preservado pela Instituição. O objetivo deste projeto é garantir o acesso do público e de pesquisadores a um vasto material sobre artistas, suas produções e a arte contemporânea em Santa Catarina, mantendo-se um registro consistente e cuidadoso. Todos os direitos quanto ao uso das imagens das obras permanecem exclusivos dos próprios artistas. Alterações consideradas necessárias poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, para a Equipe da Fundação.

FUNDAÇÃO CULTURAL BADESC

Passados 15 anos, a Fundação é considerada um dos espaços expositivos e culturais mais conceituados de Santa Catarina. Prova disso são os números das atividades culturais gratuitas realizadas ao longo desses anos.
Nesta página, registros de 2006 até 2014 das atividades realizadas na Fundação Cultural BADESC.

Espaço Expositivo Fernando Beck.

ESPAÇO FERNANDO BECK

O projeto resgata a história do Espaço Fernando Beck, essencial à memória das Artes em Florianópolis. Nesta página, registros das exposições ocorridas de 1991 a 2005, período em que o Espaço ocupou o Hall da Agência BADESC, sob coordenação de Neusa Barbi.

PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2021

8ª Edição da Premiação da Aliança Francesa de Florianópolis tem como parceira a Fundação Cultural Badesc, que recebe a mostra com obras dos três finalistas: Diego de los Campos, Fran Favero e Gabi Bresola.

BUQUÊ MARGINAL, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff

Primeira exposição individual das artistas visuais que consiste em uma instalação de buquês de mato seco suspensos em varais de linha e a projeção de vídeo experimental.

PEDRA-CARNE, de Meg Tomio Roussenq

Pedra-Carne, que faz um recorte dos últimos 10 anos de produção da artista. Com curadoria de Anna Moraes e Rafaela Maria Martins, a mostra é composta por cerca de 20 obras e séries, divididas em quatro temas curatoriais: Pedra, Carne, Carnificina e Florescer.

RETRATOS FANTÁSTICOS, de Carol Krügel

Trabalhando principalmente com lápis sobre papel envelhecido, a artista cria retratos de seres fantásticos, criando fotografias desses personagens nesse mundo antigo inventado, onde se apresentam como precisamente históricas e ao mesmo tempo com algo de irreal.

AS COISAS DISTANTES PARECEM MENORES DO QUE SÃO NA REALIDADE, de Dante Acosta

Recorte de uma produção artística que investiga as possibilidades do desenho, em práticas realizadas nos últimos cinco anos. São ao todo dezenove trabalhos, com suportes em tela e papel e executados manualmente com canetas e tintas aquareladas – além de edições impressas originárias de desenhos em sketchbook.

PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2020

7ª Edição da Premiação da Aliança Francesa de Florianópolis tem como parceira a Fundação Cultural Badesc, que recebe a mostra com obras dos três finalistas: Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O.

TRAGO A MODERNIDADE, Coletiva

Artistas do Brasil, México e Chile participaram da exposição Trago a Modernidade. A mostra coletiva foi apresentada no espaço Fernando Beck da Fundação Cultural BADESC.

COLEÇÃO CATARINA: COLETAR E CUIDAR

Coletar e cuidar ou colecionar e curar é o mote da coleção catarina, um conjunto de obras de artistas e relacionadas com Santa Catarina, que vem sendo construído por cerca de 40 anos. Curadoria de Ylmar Corrêa Neto.

OVA, de Maristela Müller

A série de fotografias e objetos artísticos remetem à fertilidade e podem representar ovos e óvulos de qualquer animal. O título também remete à expressão uma ova, que exprime negação e repúdio, criando um contraponto poético.

PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2019

6ª Edição da Premiação da Aliança Francesa de Florianópolis tem como parceira a Fundação Cultural Badesc, que recebe a mostra com obras dos três finalistas: Anna Moraes, Cyntia Werner e Romeu Silveira.