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ACERVO VIRTUAL

Aqui estão organizados os registros das exposições que passaram pela Fundação Cultural BADESC, bem como edições especialmente preparadas para o site. Consideramos acervo virtual o conjunto de imagens, sons, textos e memórias trazidas generosamente pelos artistas à Casa e que passam a ser um patrimônio preservado pela Instituição. O objetivo deste projeto é garantir o acesso do público e de pesquisadores a um vasto material sobre artistas, suas produções e a arte contemporânea em Santa Catarina, mantendo-se um registro consistente e cuidadoso. Todos os direitos quanto ao uso das imagens das obras permanecem exclusivos dos próprios artistas. Alterações consideradas necessárias poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, para a Equipe da Fundação.

MÁQUINAS DO ABISMO, de Rogério Negrão

Objetos, vídeo, instalação sonora, painel de desenhos e máquinas imaginárias compõe a mostra inspirada em desenhos de patentes industriais. Ao conceber engrenagens para resoluções de problemas cotidianos, o artista ultrapassa o limiar entre a engenharia e a poética.

NADA É IMAGEM, NADA É MIRAGEM, de Maria Baptista

Mais do que representar uma paisagem, a artista a recria e a transpassa. As obras apresentadas emergem da necessidade que sente em revelar a epifania vivenciada em 2014 quando visita a Chapada Diamantina (BA) e Campos Gerais (PR), envolvida em um outro projeto artístico.

FOTOGRAFIA: SEUS SISTEMAS HÍBRIDOS E FRONTEIRIÇOS, Coletiva | BIENAL INTERNACIONAL DE CURITIBA | POLO SC

A fotografia está pensada de forma ampla, apresentada por alguns dos artistas em diálogo com objetos, esculturas, performances.

RECORTES URBANOS, de Susana Bianchini

A artista percorre o Centro Histórico de Florianópolis aguçando o olhar para cenas corriqueiras, que registra
em fotografia, reelaborando as imagens por meio da pintura. Cenas que predominam na paisagem urbana, mas que normalmente passam despercebidas pela multidão.

SILÊNCIO, de Fabio Dudas

O silêncio é o elemento dominante nos trabalhos apresentados nesta exposição. O silêncio no sentido de não falar, não contar um segredo. O silêncio omisso.

O MUNDO QUE CABE NAS PUPILAS, de Cassia Aresta

Ao deslocar em 90 graus a visão do mar em movimento, do ângulo dos pés para o dos olhos, transforma o que fora ondas em montanhas. Ao re(a)presentar as imagens na parede em alturas descontínuas, cria novos ritmos e texturas.

PARTITURAS, de Luiz Arnaldo e Marcelino Peixoto

Fusão entre desenho e ação, executada a quatro mãos ao longo de 12 sessões de 2 a 3 horas cada, a série acompanha um vídeo-performance preparado para ouvir o ato de desenhar.

QUASE PAISAGEM, de Gilson Rodrigues

Um conjunto de trabalhos em que explora questões relacionadas a história da pintura e ao universo doméstico, a partir de questionamentos sobre gêneros como paisagem e natureza morta, transpassando-os.

LINHA DO TEMPO, de Itamara Ribeiro

Desenhos construídos sobre moldes antigos com bordados contemporâneos aludem um cotidiano feminino particular, com vieses em memórias afetivas de infância.

OBRA, de Diego Passos e Juliano Ventura

A exposição articula proposições artísticas que abordam elementos de diferentes espaços vivenciados nas cidades por meio de experimentos gráficos, inscrições, deslocamentos e reorganização de fragmentos urbanos dispersos.

REGISTROS: FICÇÕES POLAROIDES, de Joana Amarante

Viajar para outros continentes, caminhar por ruas desconhecidas dentro da própria cidade, sentir temperaturas agradáveis ou desagradáveis e criar com essas imagens suas memórias é o que a artista propõe com suas fotografias em formato polaroide.

ABLUÇÕES, de Célio Braga

Realizada em parceria com o Museu Victor Meirelles durante o fechamento da Instituição para sua revitalização, Abluções apresenta no Brasil o artista mineiro que reside e produz em Amsterdã.

ACERVO

Aqui estão organizados os registros das exposições que passaram pela Fundação Cultural BADESC, bem como edições especialmente preparadas para o site. Consideramos acervo virtual o conjunto de imagens, sons, textos e memórias trazidas generosamente pelos artistas à Casa e que passam a ser um patrimônio preservado pela Instituição. O objetivo deste projeto é garantir o acesso do público e de pesquisadores a um vasto material sobre artistas, suas produções e a arte contemporânea em Santa Catarina, mantendo-se um registro consistente e cuidadoso. Todos os direitos quanto ao uso das imagens das obras permanecem exclusivos dos próprios artistas. Alterações consideradas necessárias poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, para a Equipe da Fundação.

OVA, de Maristela Müller

A série de fotografias e objetos artísticos remetem à fertilidade e podem representar ovos e óvulos de qualquer animal. O título também remete à expressão uma ova, que exprime negação e repúdio, criando um contraponto poético.

HABITAR, de João Aires

O artista explora lugares de intimidade e de estar no mundo. O processo, pensado enquanto etapa exploratória de uma produção maior ou futura, constitui por si só uma obra instigante sobre a condição humana e o modo de vida contemporâneo.

TOPOGRAFIA DA ALMA, de Radji Schucman

Conjunto de quase 100 fotografias feitas com telefone celular, que reúne momentos registrados entre 2012 e 2013, no Brasil, na Europa, no Marrocos e na Turquia.

PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2020

7ª Edição da Premiação da Aliança Francesa de Florianópolis tem como parceira a Fundação Cultural Badesc, que recebe a mostra com obras dos três finalistas: Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O.

TRAGO A MODERNIDADE, Coletiva

Artistas do Brasil, México e Chile participaram da exposição Trago a Modernidade. A mostra coletiva foi apresentada no espaço Fernando Beck da Fundação Cultural BADESC.

COLEÇÃO CATARINA: COLETAR E CUIDAR

Coletar e cuidar ou colecionar e curar é o mote da coleção catarina, um conjunto de obras de artistas e relacionadas com Santa Catarina, que vem sendo construído por cerca de 40 anos. Curadoria de Ylmar Corrêa Neto.

PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2019

6ª Edição da Premiação da Aliança Francesa de Florianópolis tem como parceira a Fundação Cultural Badesc, que recebe a mostra com obras dos três finalistas: Anna Moraes, Cyntia Werner e Romeu Silveira.

ÍNDICE, de Sérgio Adriano H | 14ª BIENAL INTERNACIONAL DE CURITIBA | FRONTEIRAS COLABORATIVAS

O trabalho busca por compreender como o “Sistema da Verdade” vem funcionando a serviço do poder, das religiões, dos interesses econômicos ou dos grupos que se perpetuam no topo da pirâmide da sociedade.

РОССИЯRUSSIA, de Diorgenes Pandini

O trabalho é resultado do olhar do fotógrafo sobre o cotidiano na Rússia, com imagens capturadas durante os festejos da Copa do Mundo de 2018.

NARIZ DE PELO E OS RUÍDOS DA MARIPOSA NA NOITE TEMPESTUOSA, de Luiz Rodolfo Annes

Composta por pequenos desenhos em nanquim sobre papel e dois vídeos, a exposição possibilita um mergulho em um universo próprio e subjetivo de personagens que poderiam habitar qualquer história em quadrinhos ou filme de terror.

CONTEMPORÂNEOS, de Diego de los Campos

A exposição apresenta aguadas de nanquim de grande formato, numa composição de figuras imprecisas que jogam com dualidades e se encontram em um meio-termo de desenho-pintura, traço-mancha, forma-fundo e retrato-paisagem.

ENSAIO SOBRE AS NUVENS, de Janaina Schvambach

Como um grande arquivo, os trabalhos transitam entre diversas apresentações da forma nuvem: a nuvem como uma metáfora que se transforma e se molda como o observador. A mostra integra a Edição 2019 do Circuito Propagações, uma parceria entre a Fundação Cultural BADESC e o Sesc/SC.