Oficina A Crítica é Sociológica, mas o grito é da Arte; pela Prof. Dra. Thami Luz

 

A Fundação realiza a oficina “A Crítica é Sociológica, mas o grito é da Arte”, ministrada pela Prof Dra. Thami Luz. A oficina tem duração de 8h e acontecerá nos dias 27/05, 03/06, 10/06, 17/06, das 19h às 21h.

Na Sociologia – e nas Humanidades em geral – não separamos a Arte de seu movimento histórico mais amplo. Nesta oficina, aprenderemos a produzir crítica social por meio da Arte. Analisaremos obras de artistas como Hieronymus Bosch, Cândido Portinari, Victor Meirelles, Flávio Cerqueira, Yayoi Kusama e Loro Lima, desenvolvendo uma forma ativa de habitar exposições: deixaremos de ser meros consumidores para nos tornarmos críticos, incorporando na crítica o corpo vivo, pensante e caminhante para que; a Arte não nos abandone ao sair do museu

Público-alvo: Professoras/es da escola pública, assim como do ensino superior, críticos de arte, curadores e artistas em geral que queiram refletir sobre a crítica social e sua dimensão corporal através do contato com a arte nos museus.

Inscreva-se clicando aqui.

Sobre a ministrante: Thami Luz é doutora em Sociologia pela UFSC e curadora de arte, pesquisa o sistema prisional brasileiro sob a ótica de mulheres familiares de pessoas encarceradas, explorando a liberdade como experiência sensível. Graduou-se em Sociologia pela Universidad de Granada (Espanha), onde combinou estudos acadêmicos com dança contemporânea e teatro no Ateneu Popular de Nou Barris (Barcelona). Sua produção dialoga criticamente com o campo acadêmico, buscando um conhecimento que inclua o corpo na mente — e reciprocamente —, tendo a Arte como caminho por ela escolhido.